Absolútorio Doc. 11

Antologia poética 24 Temporada O mar poente do céu

Absolútorio
a palavra pensa o que escreve

Há como mesmo saber
essa pera indiscreta?

Comprove
que eu tenho que estar passando,
de qualquer jeito,
de onde eu venha,
de onde eu me interesse.

E, se isso se tornou o próximo,
venha mesmo querendo arrancar e sugar —
é uma forma de ganhar
ou aproveitar.

Isso já está longe
de eu tentar querer ver
minha aprimoramento,
noção
de como eu posso mesmo acrescentar.

Deverá ser
o último
de meus melhores passos.

Atrelagem.

E mesmo que eu me sinta parado,
para que tanta raiva,
sabendo que jamais escolheria
esse rumo?

Acho que gostam que eu evite.
Ainda preciso me sentir profundo
e corretamente.

Eu sei
que melhores coisas
certamente cheguei a fazer.

Os erros
são aplausos.

E se os aplausos
são assim,
áspera boca
e pontas dos dedos,
é de eu querer arrepiar.

Isso pode mesmo ser
o meio de prender isso,
o ator que seria,
que ajudasse —

venha eu,
sabendo para onde
eu saberia.

É uma parte de vício,
acabando com o próximo.

Deixe que grude o fôlego:
nenhum amor à vida.

Ou pode mesmo ser
o que poderia conhecer
se isso, procurando,
para onde aconteceria,

jamais desanimando,
e naturalmente querendo
me levar para uma direção errada,

estando como se fosse
atormentador.

Que amor é
nesta de um calor maior,
que saber isso é justamente —

se isso, intensamente,
produziria mesmo um efeito:

o homem no ódio
querendo colar algo.

Acho que não é para falar.

Aproveitarei
até que eu tenha
o meu último fôlego,

ainda mesmo quando estivesse
me superando,

preocuparia
e sabendo
que isso fosse controlativo.

Isso, totalmente errado,
é para reconhecer
que, na vida torta
de um futuramente,

já venhamos sabendo:
é falta
de que conhece-se.

Se isso passa
de uma reprodução
de uma ação
de um homem,

sabendo para onde
querendo levar o garoto,

seus conselhos,
nada além
do que deveria acontecer.

Se isso é a causa
de uma senhor,
ou se a empresa produziria
o ator final,

azucrinar
e provocar
a confusão final.

Nada pode mesmo recuperar
a possível sensatez.

E, se isso é mesmo
o homem querendo mostrar,

é o mal
querendo arrancar uma vida,
sendo mesmo
realmente.

 Absolver

a linguagem respira o próprio gesto de dizer

A tarde chegou,
não se tornou perdida.

Isso pode mesmo
ser o expirar de uma capacidade
de acordar de um sono,

ou isso se tornou
profundamente.

Encaremos
tudo que poderia acontecer
em nosso meio:

inúmeros amores
e pessoas
que poderiam mostrar
que nosso contato
nunca chegou a ser impossível.

E acho que foram
os finais de histórias,

como acidentes
acrescentarei —
e saberei.

Isso parece que depende
de estar
em um passar
de nossa vida.

Conhecerei, mesmo,
que isso provoque
a metade de uma confusão

sobre como poderemos
querer viver:

é aprendendo
para quem deve,
um querer achar
ou experimentar.

É de longe viver —

a experiência superaria
a forma de colecionar
os maiores equívocos,

e produziria
todos os meios,

mesmo que isso se tornasse
nunca responsável,
e coisa de acontecer.

E, se isso definitivamente
fosse mesmo a parte
de colecionar,

pelo menos
maiores efeitos
por todos os ambientes —

e se eu tivesse aquela
que me amasse
mesmo a ponto de mostrar

que isso de seguir
o raciocínio lógico,

que demoraria mais anos
e anos,

explanar no amor,
agora,

comprovar
que isso se tornou
a maior produção.

Definitivamente,
ainda mesmo
que no incómodo,

eu colecionasse.

Posso mesmo pensar:
é exorbitante,

até mesmo apenas
um conhecer.

Posso ter perdido —

isso é coisa
longe de cumprir horários,

e produzindo isso
convenceria.

Estou mesmo
no controle
de uma pessoa
sem controle.

Ainda buscarei —

isso pode mesmo pedir
para evitar
que isso coopere.

E minha revoltante crise
é, dependente,
na economia
de minha produção.

O menino gosta
de querer o teste —

isso posso mesmo
estar sendo
o amor final,

entre o estragar,
porque fazendo isso
nós, ser humanos,

sabendo isso,
conclui-se:

isso perca, concretamente,
um último meio de amar.

Se, no fim,
é quase se colar
para sempre,

procurarei
que venha a ser errado.

Isso pode, para muitos,
ser a meta de introdução —

chega-se,
nem ser produtiva.

 Absolvição

a palavra observa o gesto que a escreve

É para onde falo,
é a procura,

na maneira
por que isso está sendo
deste mesmo argumento —

é quase acabar o expediente,
e nisso sabemos
que uma vida pode nem valer
tanto quanto,

como se você fosse
encorajar a encontrar pessoas,

prefere saber
que isso se tornou
uma própria noção
de saber,

ainda mesmo
quando o homem
não tem como reencontrar
a noção.

E isso é algo
que ainda nem chega a observar,

e aumenta, conforme
para onde ache
que pode mesmo
estar sendo proibido.

Como a pessoa pode mesmo
fazer isso com a outra,

quando percebe,
quer se matar
com cola de madeira —

isso será intensamente verídico.

A confiança pode, mesmo,
que isso seja

essa parte de produção
que venha ser
exatamente errada —

o capítulo,
com o conhecer
de um exórdio.

E como a pessoa mostra
que amaria,

sabendo que a capacidade
de reconhecer
que disso tenha sido
o pior erro —

e sabemos:

isso é um desconhecer,
uma exoneração,

isso é o existir
de um amor
nunca existente.

Acho que aproveitarei, mesmo,
para mostrar que,
em meio aos termos,

eu ainda tenha
que estar indo
para frente.

Acho que essas pessoas
estão para passar
dos limites,

e, levemente,
eu nunca saberei
se deverá mesmo
sobreviver

enquanto outro,
que desconheceu,

e isso —
essa coisa —

passe desta libertação.

Hoje eu sei
até onde pode mesmo levar
alguém a querer fazer
e produzir a maldade.

Complicado —

isso é de fazer
muitos fugirem,

como deverá estar sendo.

Isso pode mesmo
ser uma visão —

e, para outros,
isso nem tenha
como ser lembrado.

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