Absorvência
Ainda acrescento uma noite,
esticarei mesmo um dia
em um querer de escrever.
Ela mal me reconheceria,
ou mal me falaria
que essa é a história certa —
o encaixe entre as respostas.
E é de ser ético,
e, na onde ainda encontrarei a chegada,
me entretém
que isso pode ser a revolta de outros,
colecionando internamente pessoas.
Você ainda conseguirá chegar,
e sentiremos —
mesmo que essa noite também possa demorar,
e, demorando,
isso pode me revelar, no desvio
e na curiosidade,
que estou ainda comprovando
até onde podemos chegar.
Isso é uma brisa passageira,
pressionando o que deveria estar indo à frente —
essa maratona,
essa provocação.
E, se eu sentisse,
nem sempre teremos os “apenas”.
Eu acredito,
e apenas eu sei
que venho acreditando.
Me buscará um dia,
desce para eu querer um dia de vida —
e eternidade é pouco
para quem tem que escrever,
passando e aproveitando
que esse destemido amigo
se torne as últimas palavras
antes de eu querer dormir.
Estou me relacionando
com os meios de concentração
de estar indo à frente.
Eu sei que isso de amor
pode estar — a gente se referindo —
como o começo de algo.
E sei que isso de eufemia
venha me fazer querer saber
como o nosso compromisso, diariamente,
venha reconhecendo
que isso jamais passe
de nossa interação.
Ainda demora,
quase uma meta diária,
e mesmo quando eu sinta
que veria ser preciso produzir algo
que mostre a nossa paixão
pelo que gostamos de encarregar —
sabendo que isso poderia estar sendo
o propósito de um esquema
totalmente diferente,
ainda está no recorrente
ao que, mesmo quando fosse o justo amigo,
convencesse.
Há coisas no passado
que venham espelhar o nosso futuro —
esvoaçar por último
e sentir que isso, mesmo, é preciso:
primeiro melhor que nunca —
parar é esvaziar
os pensamentos ruins
e os costumes
de qualquer coisa
que vinha a entreter
ao que precisa jamais
passar de um desentendimento.
Isso pode produzir
qualquer estimativa
de algo realmente novo —
intensa procura.
E, se eu ainda produziria nova busca,
conheceremos
que isso pode mesmo passar
de nossa percepção —
um bom e novo trabalho,
e qualquer calma
que poderia jamais deixar
de estar estudando estimativas
para qual será
o passar do tempo,
o esverdear do dia,
e acreditar que isso chegou
a estar sendo bem longe
de ser apenas um espetáculo —
a disposição de um próximo
que, investindo, arrumaria
a estar reproduzindo causas
no decorrer de nossa passagem
por essa vida.
Superando meus conceitos,
e fisicamente,
eu sei que isso também venha acarretar
uma nova forma de compromisso.
Ainda andaremos
a estar indo à frente,
conforme venhamos a ver
que isso fosse mesmo a dificuldade
de um estupendo,
abalado ser humano
que apenas está,
quase longe,
acreditando
no que venha estar sendo novo.
Absorvente
O grande compromisso
com o bom dia
de uma pessoa
que venha passando suas experiências,
e isso mostre
que nem sempre algumas situações
passariam despercebidas —
ou despercebido,
eu posso mostrar
que ainda tenho
o claro jeito casual de saber
que isso convenceria
a aprovação
de uma pessoa
que tivesse interesse
e me conectasse
a essa causa
diferente de emoções —
e eternizar,
mesmo quando fosse
claramente
sempre no nível do possível,
entender
que isso é um meio
de sobrevivência.
E, sabendo,
eu ainda teria como chegar
a saber
o que é acordar
de provocações,
e recordar
de determinadas —
aproximadamente —
provocações.
Reduziremos
a entender
que isso tenha
uma dependência,
desde que isso fosse
conciliação.
Saberemos
que isso poderia estar sendo
claramente resolvido —
assim como ficar sozinha,
ou sozinho —
podendo eu concordar
que é eficiente
me manter
em meu desempenho,
e sendo ético,
no que se tornaria
um profundo caso
de amor de verdade,
para onde eu reconheceria
que isso pode ser
a busca —
até onde eu mesmo
deveria reconhecer
que chegaríamos
ao encontro raro
de determinadas pessoas
em querer acordar
para um bom café da manhã,
e sentir
que isso pode ter o preço
de uma causa,
e revitalizaria
na eternidade de busca,
concentrando-me
em procura de busca,
e procurando se encaixar
e terminar em melhorias —
e aprovaria,
buscando
todos os valores
inestimáveis.
E, para qualquer desinteresse,
isso também está
na disposição
de um encaixe,
sabendo que,
para toda discussão,
eu superaria
em me manter,
quase como se fosse
uma reprodução.
Absorver
A boa comunicação
que interessa —
e, se isso seja
como a busca
de qualquer emprego
dentro das dependências
recuperáveis —
eu sentirei
que isso fosse
a falta de realidade.
Dependerei,
e isso converte-se
em ser
dentro das respostas
da empresa.
Ainda nem cheguei
a encarar
que isso reconheceria
qualquer perda.
Provavelmente
eu apresentaria
nossa — explicativa-mente —
mania de provocar
a dura concordância,
e deverei depender
de quaisquer melhores
meios evolutivos.
E, na aprovação
de qualquer entrada
no meio de uma cidade,
pode-se jamais deixar
que isso parta
para outro lado,
concordando
que nem para sempre
vivemos —
e voltaríamos,
provocando intensamente
no devaneio,
e sabendo
que isso ainda vai,
e haverá uma mudança.
Aproveitarei
para me manter
na fama
de minha comprovação —
que isso pode mesmo
se esticar
e demorar
sempre que evitamos
inventar um barulho,
ou uma batida nova,
desenvolvendo
todos os ritmos.
Concordo
que isso de expedir,
e, no ex oficio
de alguém,
eu permita conseguir
que isso deveria
estar sendo —
mesmo quando eu estivesse
na área
terminantemente destinada
a qualquer afinidade
de exortar —
e, na delicadeza,
se essa mulher fosse
experiente,
ou toda busca
entre conseguir coincidir,
deveremos depender
sempre,
apreciando
o ritmo buscado.
E, na metade
de tentar saber,
que experimentar pode —
mesmo que isso ainda venha
de uma declaração —
de investir
em qualquer busca
profundamente explicativa,
e ser mesmo
o experto
dessa realidade.
A expiração
venha por vias
de onde permitiria,
e, compensando,
isso pode desenvolver
as buscas,
conforme sentisse
que passa a deixar
de perdas —
sentimentos
que se espalham.
Posso saber
que isso
controla-se,
e desenvolveria
uma busca
de aprofundamento
na profundidade
da explanação.
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