Absurdez Doc. 11

Antologia poética 25 Temporada O agora no instante eterno

Absurdez

Onde eu posso mesmo conseguir,
e para onde eu posso, intensamente,
superar-me.

Para onde, no porvir, acreditamos
que ter confiança
ainda deve ser raro.

Isso pode, avinhado,
mudar todos os tipos de pessoas,
conciliando nosso momento.
Literalmente, eu mesmo já confortei
a comprovar
que isso move para outro meio.

Entre o ambiente predestinado,
a atonicidade de que vale amar
sem preocupação.
E superando,
eu ainda contornei
e comprovei
que isso chegou mesmo
a ser perigosamente
raro.

De todos os tipos de buscas,
ainda não há como comprovar
que muitos esperam mesmo
superar essa vontade
totalmente errada
de obter coisas,
e de obter algo
que não chega a ser,
de verdade,
nosso.

Eu posso mesmo sentir
permitir que isso seja melhor
do que ver
como é passar a vontade.

E, determinante,
sabendo que isso pode
ser conhecido como um risco,
eu conhecerei
que isso compromete
qualquer desigualdade social.

Onde mesmo a sociedade
já está sabendo
que essas brigas começam
a aparecer,
e comprovam, definitivamente,
na definição.

Eu ainda estou sendo
raramente forte.

E, para todo retardamento,
isso ainda dificulta
para eu não chegar a ver
que isso ainda me levará
para onde haja
outro ciclo.

E seja mesmo
para todo discernimento
e desentendimento,
ainda aprofundando
a disponibilidade de saber
para onde se venha reconhecendo.

Deixe de querer saber
para onde se incluem
muitos que estão apenas observando,
sentindo-se doentes.

E se é porque já há
muitos relatos de furtos,
isso pode mesmo chegar a ocorrer:
a falta de dinheiro,
o doleiro,
a dolarização.

E se isso contorna
ou reconhece
que, profundamente,
ainda deveremos sentir
essa causa,
seja mesmo razoavelmente.

E o dominante
entre a perda de anos,
à frente,
preocupa sobre o porquê
da dominação.

E se isso se reconhecesse,
posso mesmo ter errado.
Eu posso contornar.

Isso tudo pode estar sendo arrumado.

Para todo dolo
ou dona de casa,
seja para onde
sua próspera inteligência
te levar.

Ignorante ou não,
conforte.

E, no seu exílio,
profundamente,
eu recordo:
isso pode mesmo ser
a existência
de uma pessoa secreta
por detrás disso,
a pessoa importante.

 Absurdo

Para onde eu chego a me entender,
e, nesta comprovação,
evitarei manter-me louco
ou começo eu mesmo
a contornar esses rumos.

Especialmente,
mesmo quando deveria sentir-me
sossegado pela administração
de uma cena que levo à frente.

E, para toda colaboração,
isso ainda vem confrontar
se me sinto mesmo livre
ou se estou sendo chato o bastante.

Isso pode mesmo ser a expiação:
ainda demoro para acreditar
que chegou a esse nível.
Isso de exorar e ser exorável,
isso pode ser competição,
ainda assim.

Eu me mantenho concordando
com os conhecedores ao nosso redor.
Isso faz com que
não haja como sentir
se foi mesmo um voltar.

Afinal de contas,
isso pode mesmo passar de aglomeração,
detendo qualquer eliminação minha.

Do outro lado
desta categoria de reconhecimento,
isso pode mesmo se tornar
nem sempre o recomendável.

E desconhecer
que eu ainda demore dias à frente,
e que isso provoque
um foco continuável.

Isso se torna apenas
o extremo.

E, na minha expedição,
eu sinto —
acho —
que esse trabalho poderia mesmo ser
uma situação deprimente,
esperada de qualquer dos lados.

E qualquer dos lados
que fosse considerado
um rumo de recuperação.

Para onde eu posso mesmo manter-me,
e por onde eu desconhecesse,
chega a ser natural:
o quase produto.

Isso pode mesmo fazer
eu depender da minha remuneração.

E uma história que fosse,
ou estivesse passando rapidamente,
nisso ainda determino:
é quase querendo
que muitos cheguem a dormir.

Isso pode mesmo
estar sendo concluído por mim,
deste mesmo lance estratégico,
comprovando que se controla
uma pessoa à frente.

Mesmo que intensamente,
o treinamento demora o controle,
ou procura-se
de onde eu motivaria minha chegada.

O desentendimento,
o meio de ficar calado.

Ou pessoas querem substituir
neste novo emprego:
passe eu ou não adiante,
eu concluiria,
mesmo sendo o procurado.

Eu convencerei a saber
que tenho mesmo
um ramo difícil de cumprir.

Ainda demoro,
mais dias do que o bastante.

Determinarei que,
para me ver progredindo e reconhecendo,
isso fosse mesmo
a forma de reconhecer.

Eu poderia sentir-me
e determinar
que tenho uma boa paciência.

E conhecerei sempre
tudo o quanto chega.

Eu mesmo me observo:
como e por onde
ainda tentarei me desvendar.

Isso pode mesmo
demorar o temperamento o bastante.

Quanto seria aproveitamento?

E por onde eu reconheceria,
no decorrer do imediato,
acho que me sinto
no prolongamento.

E nunca deverei achar
que fosse eu perder
meu foco de causas.

Diariamente,
deverei reconsiderar-me
como aquele que fica
sempre apresentando momentos,
e expectorar,
e expetorar.

E isso controla qualquer um
que sugerisse
que eu mesmo posso ser convidado
por qualquer um
que recordasse
que eu vinha de uma história cansativa.

E nisso, obrigatoriamente,
eu tinha mesmo
que ficar parado,
observando.

Como pode ser
o poder de alguém
que, submetido a ir para frente,
desvenda
que isso é o contorno.

E nisso,
controlando a esperteza
de nossa aprovação.

Ainda está mesmo
no ocorrer dos desentendimentos.

E aproveitaremos.

Como é a demora de muitos
que, reconciliando-se
com seu passado,
eu —
sendo um esperto menino,
um garoto surpreendente —
mesmo sabendo
que isso já é de reconhecer.

Como poderia mesmo
eu depender de tudo
que aproveitasse
chegar a essa proporção?

Significa
como pode mesmo ser,
intensamente.

 Abugalhado

Ainda estou me encontrando,
conforme venho a desvendar o desencontro,
controlando o que vem a estar à minha volta.

Isso passa,
e, para saber que isso chegou,
eu volto.

Ainda tenho
uma longa jornada
de dias de escrita.

E eu nem tenho como me reconhecer:
isso pode mesmo eu saber
que fosse eu o ser possível.

Expetorar
e chegar a esse nível.

Eu desvendarei os bons dias,
e, terminantemente,
entenderei
que desligar os aparelhos,
a Internet,
e usar essa rede
como se fosse particular
seria recomendável.

E nisso,
descer
e aguardar no seu posto,
até saber
como poderia se locomover,
também seria recomendável.

Não tentando qualquer fase de nível,
não mostrando
como suprir essa necessidade,
mesmo conforme se confronte
essa parte
da busca terminante.

Isso pode mesmo fazer
com que leve
bem mais anos,
para outros chegarem
e saberem
que esse controle
passaria para o próximo.

Mesmo sabendo de tudo,
entre qualquer complicação,
resolver-se-ia a técnica
fora da empresa.

Controlaria, naturalmente,
seus bons efeitos,
esperando que tudo
tenha um final formoso.

Sem se mostrar
que poderia haver poder
entre uma rede de telecomunicações.

Sabe-se
que parar e comportar-se,
e que, para todo desentendimento,
força-se a mostrar
que isso deseja ser
o futuro seu.

O que vale,
quanto ainda seria
o seu temperamento,
controlando sua ansiedade,
determinando o tempo
de locomoção,
mostrando
uma técnica formidável.

Isso controla o movimento.

E, conforme o tempo passa,
tudo se encaixaria,
feito alguém
que se encaixa
no meio trabalhista,
desde quando,
suprindo os dias
que se precisa.

Pode mesmo ser cansativo.

E pode mesmo ser isso
que muitos mostram
em sua espera.

E eu,
colocando-me
entre todos os conhecimentos,
saberia
que isso ainda demora
para reconhecer
que esteve em combate.

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