Acanaveadura Doc. 1

Acanaveadura

Ainda que eu mesmo, quando eu ache que isso eu tentarei,

terei como sempre viver de estimativas,

e qualquer pesquisa,

e colocando em meu determinado rumo,

aviamento,

minha inclusão e minha descrição,

de querer viver em minha paz.

Apresentarei minha maneira de mostrar

que isso pode ultrapassar

todos os motivos cooperativos.

Acho que praticamente será como sempre estará previsto,

de que minha forma de entreter

e depender de minha situação financeira

continuará.

Já vejo que não terei nenhum bom conhecer,

se isso venha se tornando métodos

que não se encaixam.

E ainda mesmo quando, ao envelhecer de nossa vida,

criaremos pessoas e coisas perigosas.

Haverá para onde eu terei tempo,

e de onde eu, comprometendo-me e progredindo,

e para onde eu ache que isso seja,

de longe,

qualquer aproximação

de busca momentânea.

E, dependentemente de minha clareza,

as ideias de muitos começam a ser avareza.

Deverei mesmo cumprir com meus rumos,

normalmente,

e saber que a minha fé ainda chegará a comprometer.

E isso, ainda mesmo sabendo o que era amor,

já nem tem mais nada.

E nisso,

para que me oferecer o sistema

que já vem danificado?

Eu ainda permitirei

ao que eu avaria de meus problemas,

e que isso não exercite

como se pudesse estar sendo o pecado.

Minha busca, internamente,

corrigindo ou recorrendo,

eu ainda deverei conhecer

que isso é mesmo.

E sabendo,

naquela busca premeditadamente,

eu sabendo,

ainda mesmo quando eu for,

como seja a pessoa.

E, paralelamente,

eu ainda continue,

e os dias de entender

sobre mesmo os desempenhos

e os meus métodos.

E justificando ao que fornecesse,

e se isso se resolve como prisão,

e desempenho,

e dedicações.

E suspeite que ainda,

adiante de minha liberdade,

saiba que a juventude é um preço.

Como pode comemorar,

e como poderia mesmo,

o avalista?

E sempre que a gente venha a querer sentir,

isso pode ser uma libertação.

Para onde vai ainda

nossa parte de surpresa,

e ainda nesta noite.

Acanavear

Ainda mesmo quando eu detenha-me
de minha liberal integridade,

ainda entre a sociedade,

eu terei que chegar a nem sempre acostumar-me,

para que eu possa ainda submeter

minha disponibilidade

a qualquer que conforte.

E eu irei ainda confrontar,

eu ainda desconhecerei pessoas,

e desconhecerei que isso jamais se tornaria uma amizade,

de onde eu tenho,

em minha parte de confirmação,

estou-me.

Minha meta é disputa

dentro do clima desta guerra.

É saber que eu estou para conhecer,

que mesmo quando eu ainda saiba

que o meio de desculpa,

e discordar,

é determinante,

e aonde eu sinta,

cheguei mesmo a achar

que poderia viver nestes valores de climas.

Ao bastante por onde eu apresente,

e vêm sendo macios os meios

de eu acreditar

que isso reconhece-se,

que eu ainda,

apresentando meus rumos,

que nem todos os meus meios materiais

e meus fatores de briga

dão qualquer conhecer.

Querendo eu nem querer acreditar

que chegasse eu mesmo a suspeitar,

posso mesmo saber

que isso ainda é o brigue ou obrigue,

brilhantismo esplêndido.

E para eu mesmo que conheça,

eu nem sempre desencontro.

Eu coloque que,

em minha alta de aliás,

eu ainda estou em provocar

em nossa confirmação,

para onde a proporção

em que os meios interativos

e o brincar,

querendo ser mesmo

qualquer capacidade de brincalhão,

e me desculpando

com qualquer que eu aceite,

e surpreendendo,

e determinando.

E na minha meta,

e seja mais que brinde,

determinando a nossa possibilidade,

e que eu nem sempre aceite,

e disso venha sendo

o desempenho e busca de ideal.

E buscar,

e para minha ordem,

eu ainda venha querendo prevenir,

e se compensaria.

Para onde a produção,

reprodução,

e deverei,

e determinarei os amigos.

E pessoas estão a querer

sempre observar

a minha confirmação.

E a natureza do meu trabalho

tenha que ainda demorar,

querendo,

e isso de buzinar

na orelha dos outros.

Acancelado

Parece que esperar nunca foi um caso

de saber se poderia mesmo eu sentir

que isso controlasse minha falta de verdade.

Por favor,

antes de eu querer mesmo jogar,

preciso de uma joelheira.

E se é o jocoso

e compromisso ao nosso redor,

e se eu estou mesmo entretendo

os que estão ao meu redor,

na jogralidade de nossa intenção,

ou será mesmo uma superstição.

E o que eu ainda estou a escrever,

escondido além de qualquer nível

de aproximadas respostas,

posso mesmo ainda ter como chegar

e decidir

que estou mesmo em minha concreta concentração.

E nisso,

concluindo e cooperando,

que isso poderia estar sendo mesmo

o relacionamento que eu tenho

com minha liberdade,

de intensa fase de movimentação.

O que posso,

quando eu dependo

de como fosse mesmo quando.

E quando eu ainda aprendesse

que isso de jogo,

pode mesmo eu saber

que o jornaleiro pode ser mesmo aquele que entrega,

ou a uma fase de uma mulher

que te entrega imediatamente o compromisso.

E concordando,

eu mesmo ainda me sinta

entre essa palavra de casos,

de sustentar eu mesmo

os meus maiores e melhores rumos,

para onde eu ache

que isso deixe de ser uma manipulação.

Isso pode ainda colocar como prova

que passaremos a estar indo direto,

e será ainda mais rapidamente possível,

para que eu já seja menos atormentado,

pelo menos,

pelo que venha estar acontecendo à minha volta.

E eu determine

saber que isso ainda seja um caso

de eu estar usando minha fase de aproximação,

como se isso seja a única forma

de saber que nossa intensa causa,

para onde eu posso mesmo me comprometer,

e sentir que estou entre ganhar ou perder,

meu rumo e o nervosismo.

E se isso controla,

como se fosse mesmo o estudo,

naturalmente tudo tenha como ocorrer

conforme já venho esperando acontecer.

Que o homem e sua juba,

e minha literal confirmação,

isso é saber que escreveremos.

E o jucundo,

animando todos os meios

de necessidade de comprovação.

Eu ainda me detenha

de me sentir o escolhido,

e todos os melhores

que estejam já à nossa presença.

Eu detenha-me

de qualquer raiva ou ódio,

estar entre fases,

determinando que isso passe a ser,

em anos,

a nossa meta mais nova de complicações.

E no jogralesco,

e pela oportunidade de aprender

essa maneira de continuamente saber

que não venha estar sendo apenas eu.

Nisso, sim,

todos os que controlassem

nossa curiosidade de espera,

e isso de combater entre humanos,

uma judiação.

E supere mesmo

que eu nem precise saber

que para onde eu ainda apresentasse

meus meios de me colocar

em todas as nossas possíveis situações,

eu ainda me torne

a parte que venha escolhendo,

se o mundo venha com seus planos,

um ser humano naturalmente

de irrealismo.

Acanaveadura Doc. 1

Acanaveadura Ainda que eu mesmo, quando eu ache que isso eu tentarei, terei como sempre viver de estimativas, e qualquer pesquisa, e colocan...