Acarofobia Doc. 5

Antologia poética 33 Temporada O percusso de um arritmico

Acarofobia

O motivo conduzindo
meus meios de reconhecimento.

E sabendo
que dentro de uma casa
fosse mesmo certo.

Que isso aumentasse
a voracidade
de uma pessoa.

Mesmo querendo
que saiba.

Ainda poderei mesmo
conscientizar
que isso passará.

Eu à frente.

Por causa
de qualquer meio
de desperdício.

Ou seja,
a geladeira cheia
e mantimentos.

O meu consumo.

Ou conhecer
que isso já nem
para quase um sempre.

Dependerei
de como cuidaremos.

Para que isso
de eternamente vida
não se acabe rápido.

Temos muitos motivos
à frente.

E neste calor
que vem se aproximando.

Isso pode mesmo
quase um manto.

Estou liberado
para querer escrever.

Isso pode ser
o preço
de dias à frente.

Ainda sabendo.

É um arrancar
de ideias e ideais.

Isso ainda eu sinta.

Por toda a chance.

E menosprezo
de meus rumos.

Acontecimentos
e conflitos.

E concordo
que isso pode ser mesmo.

Sempre aprender
que isso se torne,
delicadamente,
a fase.

Entre todos os meios
de desespero.

Considerando
que isso mesmo
seja aproximação.

Ainda me contrataram.

Ou eu acabei voltando.

Por onde eu venho vivendo
e aprendendo.

Dentro do meu recomendável.

Podendo eu sentir falta
mesmo de uma companhia.

Me apresentarei.

E sentirei.

Isso pode ser
um processo.

Que eu mesmo
conforte
meu pleno e estranho
modo de viver.

Observar
nem sempre pode ser
estar sendo reconhecido.

E comentários.

Me leve.

Eu apresentar
minhas apropriavelmente
explicações.

Maquinar
minhas metas.

E com isso
de encontro.

E receber
meus motivos.

E conhecerei
para onde
eu ainda determine.

Acárpico

Aonde eu ainda tente encontrá-la.

Isso de amar
em noite.

Em todos
meus melhores efeitos.

E conhecendo
todos os motivos
de encontro.

Como poderei
me controlar
absolutamente.

Eu me prepararei
para sempre.

Que achar
que fosse.

Concluir
que isso comprovaria.

E apresentarei
meus melhores compromissos.

Para que eu aprimore
em minha aprendizagem.

Eu mesmo venho
me sentindo.

Concluindo
todos os meios.

Em que diferentes meios
que eu chegasse
a enfrentar.

Eu soubesse
que ainda sentindo,
em todos os ângulos.

Eu conheceria
o meio de onde.

Ou posso mesmo sentir
que isso se tornou
uma meta.

Por onde eu vim
recriando
os meus meios.

Substituindo
os obstáculos.

Que venha mostrar.

Se vem de longe.

Como eu sentisse.

Isso pode ser
propriamente.

Eu ainda deverei acreditar.

Minha meta
de condicionamento físico.

Nem sempre.

Leve eu querer
estar indo embora.

Podemos existir.

Posso saber
que meu novo meio.

Comemoração.

E o marasmo passou.

Nós sempre estamos
no entediado.

Malvadez.

Os meus rumos,
precisamente.

Para que eu venha
sentindo isso.

O fornecimento
de objetivos.

Eu ainda apresente.

E apropriadamente
eu venha encarando.

Como eu ainda seja.

E deveria mesmo ver
que isso
de consumo absoluto.

O colecionar dias.

E ver.

Ontem foi bom.

Hoje.

E ainda será melhor.

Que aqueles
que tivessem que passar.

Para ser um relato
à frente.

Me entenderei
com todos.

Que ainda apresentarei
meus amores.

E pessoas.

Que chegassem a sentir
que eu ainda acreditasse.

Para todos os dias.

E que gosto
de animação.

E malfeito.

Que foi mesmo
naturalmente arrumado.

Ainda pareço
quase esquecido.

Como um bugre.

Entre uma
incrivelmente floresta.

Acarraçado

O mundo se abriu,
e tenho mesmo
que encontrar
um meio de viver.

Eu mesmo já venho desvendando
como posso mesmo
eu sentir
que isso fosse mesmo feito.

O efeito das pessoas.

Sobre como eu seria mesmo
esse homem feito
na sociedade.

Fique sabendo
de empregos.

E fique sabendo
que fiquei sabendo.

Isso tudo de mandar.

Eu, para um lugar.

Vim à metade
de uma bebida.

É o cúmulo.

Nimbos.

Está vendo?

Acho que o protótipo
que acabaram criando
chegou nesta atmosfera
de misturas.

E todos os meios
de comunicações.

Acabamos criando
um ser humano
que gosta
de músicas diferentes.

Nisso pode ocorrer
meio de capacidade
de música
momentaneamente diferente.

A pessoa ainda deverá entender
que o bem prevalece.

E isso nem sempre
tem como mesmo saber
que isso chegará
a eu estar me sentindo
quase entre o burguês.

Isso pode mesmo convencer
que teremos
que nos comunicar
com seguidores.

Acenda uma bugia
e faça sua oração.

Tudo pode mesmo
se tornar
uma busca sincera
de minha capacidade momentânea.

E nesta parte,
emocionalmente.

Eu mesmo sinta
que tudo pode mesmo
haver uma mudança.

E nesta atmosfera
de acreditar
que a pessoa
poderia ter impedido
de resolver
aquelas façanhas.

De venha mesmo
eu encarregar-me
de viver.

Isso pode mesmo
eu entender
que essa pessoa
deveria aprender sempre
a mostrar
que as pessoas
têm que amar
as outras.

Intencionalmente.

Eu mesmo ainda acredito
em contos.

Em que tudo pode.

Um bugiar
de prazeres.

E na bula médica.

Pode ser mesmo
que isso seja
a intenção de muitos
que querem mesmo
se separar
de todos os rumos.

Eu mesmo ainda deverei ser
quase incansável.

O amor
de uma princesa.

E para onde
eu mesmo ainda tenha
como eu ainda ter
como melhorar.

Eu sei
que acreditamos
que isso de dependência.

E isso de maneira
impossibilitando,
muitas vezes,
nossas entradas
em diversos locais.

E como eu posso mesmo
querer que eu comemore.

E faça com que isso
se torne
mais que uma conversa.

E nesta de saber
que isso se tornar.

Uma reconsideração.

Burocrata,
amigo meu de antigamente,
sempre está tentando
me ajudar.

Pois, quando eu ache
que estou quase
me sentindo sozinho.

Eu estou sendo,
ao meu redor,
tentando encontrar
como poderia eu
estar me dedicando
à minha vida,
naturalmente.

Eu sei
que terei chance
com uma princesa.

E sempre venho
nesta
que minha busca
está a encarregar-me
de acreditar
que o amor
venha estar sendo
uma finalidade de busca.

Nem sempre
no desespero
da causa.

Acarneirado Doc. 4

Antologia poética 33 Temporada O percusso de um arritmico

Acarneirado

Não há como acreditar
que isso se torne simples.

Escolhas.

E escolher lados opostos.

Eu ainda reconhecerei
que isso de buffer
chegará,
nem ajudando muitos.

Eu mesmo ainda venho sendo
aquele homem,
intensamente.

No bufo
de má vontade.

De quaisquer meios
e lados.

Que reconheceria.

Eu mesmo estou.

Acho que isso pode chegar
até te comover.

Para onde mesmo
ainda dependerá.

Isso pode se tornar
uma incrível ilusão.

E por todos os que
se tornam ilusionistas.

Estou à frente
de seus melhores pensamentos.

E terei que bulir
acontecimentos.

Eu acredito
que isso reconheceria.

Eu querer ir embora.

Ou aproveitando.

Ou conhecendo.

Posso mesmo aproveitar
que isso se torne um fim.

Mesmo quando se foi.

Um burlão.

Me apresentarei.

E nesta
que estou me sentindo
com pressa.

Isso poderia estar se tornando
um respeito.

Para qualquer lado.

Que conte
que isso se tornaria
uma loucura.

E se tornaria,
adequadamente,
meus meios
de conceitos recuperáveis.

E por todos os meios
de meus controles.

Acho que venho mesmo
ganhando dia à frente.

E nem sempre
eu aproveito
para perdê-los.

Me ame
no formidável.

E sei que isso seria melhor
que isso de que veremos.

Os conselhos
que seguiria
estar sendo errado.

E mesmo quando
eu aproveitasse,
ainda antes
de cair no buraco.

No burgo
em que venha
estar sendo uma aldeia.

Ou seja,
como eu poderia
ter criado o amor.

Isso convenha
na busca de expressões.

Os amores.

E comemorando
todos os meus meios
de acontecimentos.

Ainda chegarei
a me reconhecer.

Sendo nem sempre
aquele inesperadamente.

Que, confortando,
o provocante pesquisar.

Em qualquer
naturalmente meta
de liderança.

Sabemos
que isso acabará chegando.

E mesmo quando
você sentir
que isso pode se tornar
uma demora.

E perda de pessoas.

Burlão.

Sempre algo novo.

Ácaro

Por onde é se perder no mundo.

Eu nunca me declinei a isso.

E ainda justamente
vivem criando
novos espetáculos
e histórias reais.

Pode mesmo eu ainda
me reconhecer.

Como se isso pudesse.

No ano que passasse,
eu ainda aprenderei
que eu passo mais vezes.

E quantas forem,
eu ainda apresentarei.

Como se eu estivesse
querendo ainda me salvar
destes tipos,
basicamente,
de obstáculos.

E isso pode mesmo funcionar.

Como se tudo
deveria estar se passando.

Gigante.

Qualquer vontade de viver.

De qualquer
que poderia viver
querendo ter vontade.

Isso procurando
eu mesmo garantias.

E acredite
que isso chegasse a ser,
nem para sempre,
uma discriminação.

Isso se foi
por fruto, normalmente,
de pessoas.

Que venham querendo mesmo
declarar.

Que isso poderia mesmo
sentir.

Que isso é
aquela emoção.

Mesmo glorificante.

E isso passe
de testemunhar
quase sempre
uma intenção de viver.

Nem sempre
se conduzindo
a um vício.

E nisso prolongaria
minha maneira
de estadia.

Em que meu ciclo
ainda seja
deste mesmo tipo.

Responsável
pelas vias
em que venho
me encontrando.

E cooperando
para que isso tenha
um encontro
realmente inesquecível.

Eu seja aquele
que vem garantindo
memórias.

E pessoas.

Tenham entre qualquer meio
de manifestação
o meio
de querer sentir.

Isso é, literalmente,
quase nem sempre
um querer viver.

Por onde ainda
aquela que observa demais.

E vem sendo sempre
uma girafa.

Se escondendo.

Para onde eu me lembre
de minha busca,
precisamente.

E nisso comprovando
que isso.

Suspeite eu.

Que acredite
no enfrentamento.

E minha meta
de disponibilidade.

Ainda sentir
que isso é
meu conceito.

Reconhecendo
os meios,
dias e dias.

Superando
que isso seja
para qualquer gleba.

E para onde eu sinta,
posso mesmo
me sentir
adentro desta comprovação.

Acaroado

Para onde eu me sinta
redirecionando.

E nisso, necessariamente,
poderei mesmo sentir.

Que tenha como mesmo
eu sentir
que o processo
pode se tornar incrível.

E na forma de saber
que isso tudo
pode mesmo ser
uma sensação.

De todos os meios
de viver.

Eu posso ainda aprender
a me segurar.

Com língua presa.

E melhor
que se tornar uma máquina.

É saber
que o mar
é o silêncio da maré.

Em um controle absoluto.

Tudo passará.

Nisso, nem sempre
os pecados
podem estar sendo perdoados.

O manuseio.

E a sensação
de provocação.

E isso.

O desespero.

O significado.

E o meu meio
de simplicidade.

Deverei determinar
que ainda saber
que a família acredita
na função.

Isso pode mesmo conhecer
que isso ainda chegará.

Eu sentir isso.

De sentir
que eu posso
te submeter
a não sair de casa.

Porque venha acontecer
algum tipo
de imprevisto.

Podendo ocasionar
em danos.

Naturalmente.

De entender
que isso pode se tornar
minha resolução.

De falta
de responsabilidade.

Em todos
que ainda acreditam
que deveremos
reconsiderar.

E deverei sempre
devolver boas causas.

Às vezes
pode ser
que venha mesmo
uma felicidade diferente.

Eu mesmo ainda venho
querendo me entregar.

E suprir
que isso convença.

No final
de qualquer meta.

De um infelizmente.

Eu posso mesmo,
no decorrer
de qualquer imprevisto.

Mesmo eu sinta.

Que nem alimentando-me
disso.

De qualquer etapa.

No desespero
de uma realidade.

De sintonização.

Eu ainda preparasse
para sempre.

Como deverei
me interessar.

Pelo menos
pelo que eu venha
mesmo acreditando.

O quanto pode mesmo
muitos acharem
que isso faça
com que nem sempre
venha estar sendo bagunça.

Pelo menos
pelos demais
à nossa volta.

Apresentarei
minhas melhores formas
de explicações.

E isso.

Podemos mesmo
eu estar querendo.

Meu acreditavelmente.

A determinação.

E se isso suprir
qualquer minha necessidade
de querer conhecê-la.

Podemos eu mesmo
aproveitar.

Que isso,
caro amigo marajá,
seja a chance
de viver.

Sempre quando for
totalmente,
impossivelmente,
de acreditar.

Guardarei
dias à frente.

Em meus motivos.

E quem venha
como se fosse
um sacrifício.

Eu deverei,
de repente,
jamais querer ignorar
essa forma de causa.

E se venho mesmo mostrando
quantos anos à frente
de nossas ideias.

Posso querer passar
à frente
de qualquer dia.

Que venha eu
querendo acreditar.

Que ficar sozinho
nem sempre
é uma escolha ideal.

Acarofobia Doc. 5

Acarofobia O motivo conduzindo meus meios de reconhecimento. E sabendo que dentro de uma casa fosse mesmo certo. Que isso aumentasse a vorac...