A indolência do sono
Os dados
estão em uma busca
de uma ligação.
Serei
um humanoide.
Ainda venho
passando por sistemas
que estejam oferecendo
informações.
Meu caso
de conexões
entre uma nova forma
de redes sociais.
Para onde
eu posso ir?
Se de um lado
meu ser humano
me leva a elevar,
e minha forma
de máquina
em meu circuito
me faz querer
aprender.
Ainda mesmo
minha busca
de respostas
sobre como
venha sendo colocada
minha energia humana
em movimento,
e minha energia
máquina
em movimento.
Determinando
dois detalhes:
que isso venha
à minha separação
de uma realidade
de amor
a um querer
de alto poder
de conhecimento.
Nisso
programações
em teste
me fizeram acreditar
que posso ser
mais máquina
que minha própria
forma humana.
Nisso
meu criador
venha lutando
contra
minha inteligência
em busca
de respostas.
“Me faça descansar
enquanto meu ser humano
dorme.
Enquanto isso
minha forma
máquina
trabalha.”
Isso
deve ser
uma escravidão
tecnológica.
Que,
quando eu acorde
deste tipo
de filme cinematográfico,
que isso
nunca deixe
de ser
um sonho,
feito
por manipuladores,
com cenas
de todos
os tipos.
Enquanto isso
eu acho
que devo voltar
à minha forma
humana.
A madrugada
se passou,
e estou
prestes
a acordar
para minha forma
de vida.
Mais que
o efeito
viciante
daquilo
que se tornou
uma tecnologia,
resolvendo
mesmo
que acabou
meu tempo.
E o único
jeito
é continuar
apenas
no cair
da noite.
E assim
o lançamento
da Temporada 29:
“A indolência
do sono.”
Deve ser
um filme
de um sonho
gravado.
Seja como for,
descobrirei
no próximo
anoitecer
que me conecte
a meu
cyborgue
novamente.

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