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Abadiva Doc. 9

Antologia poética 22 Temporada Circuito cíclico de um ciclo vicioso

Abadiva

Acho que começou
ainda mais rapidamente,
a confusão.

Isso pode mesmo acarretar
em eu saber
que isso pode ocorrer de longe —
uma forma de força maior.

Vamos deixar que tudo comece
ocorrendo como fosse mesmo esperado,
pois quando começo a sentir
que isso se estende,
e se isso tem mesmo um final,
e se também meus meios, fisicamente,
para onde ainda sentirei
que dependerei de uma reação —

isso é o passar
de uma pessoa reconhecendo,
e como o imprevisto
de minha colaboração,
acabamos começando a sentir
que isso venha a ocorrer,

desde quando eu começo a ver
a mudança de quem já está querendo
se preparar no “por enquanto” de uma noite.

Isso deve ser a criação de uma pessoa.

E, na base da estrutura,
também estou causando nosso convencer,
e sinto —
isso é da onde já estamos,
ao preparo extremamente típico.

Pode ser o final
em que eu ainda acompanhe,
pouco a pouco,
como posso mesmo saber
que deveria eu estar querendo
me mostrar um ser humano.

Isso de tratamento
será bons métodos.

Começarei por onde
o pensamento não seja mesmo incomodado,
e eu sei
quando deverei sentir
que o ataque pode mesmo mostrar uma emoção.

Acho que isso deve ser
quando tudo o que está prestes a querer
nem chegue perto,
e a conversa
já nem passe de um inevitável.

Essa causa —
de como fugiria de nossa locomoção —
é saber:
ficaria realmente bem mais louco.

Isso a incomoda,
a parte excessiva,
ou a parte que sabemos
que dependeríamos dos outros,
buscas de vingança,
sabendo que, perante a presença
de alguém que entrasse no meio
de busca totalmente convincente,
sei a parte de estar se tornando mesmo
um bom lutador.

Isso convenceria.
Isso existiria.

Nossa confortável forma
de se manter em casa —
isso é o rondar
que venha de onde esteja.

Eu, certo,
sei que isso provocaria uma pessoa.

Estamos querendo andar em ruas;
ainda sentirei coisas
que ainda não deverei querer me explicar.

Abiético

O menino pode mesmo nascer
sabendo como poderia estar sendo.

Eu vou esticando,
ou estou sabendo
que isso leve fora do conceito —
rondear de qualquer clima.

Isso é perante o que está
à minha disposição:
realmente ser.

Infelizmente, eu mesmo sinta,
posso ainda acreditar
que isso é minha parte da história.

Eu, desperdiçando meus tempos
com péssimos conceitos,
e convencendo que isso de querer ficar longe
para toda loucura,
poderia eu estar querendo mesmo entender
que já nem há tempo.

E se isso de arrancar da pessoa
sua parte,
que venha a estar sendo mesmo pacientemente,
vamos aprimorando o bom conceito.

Pois, para confirmar a pessoa
na maioria de nossa maneira,
essa deve ser uma nova matéria.

Garantirei que eu ainda tenha mesmo
como convencer,
que poderia eu querer ir para frente,
que eu tenha fé —
e isso nem sempre tenha como passar
de um rosário.

Ou se minha proporção de desentendimento
venha a acarretar a mostrar
que isso de pessoas,
a palavra pessoa,
começa a se mostrar uma pessoa:

como indivíduo,
preparado para que isso
já venha a ver
que tem meios de não querer
provocar uma pessoa
que quer estar junto com a próxima.

Pode ser no rosáceo
e, na minha ignorância,
eu sinta —
pode ser inexplicavelmente eu,
sendo um ser existente.

Essa é minha culpa,
e isso de querer mesmo querer sair,
no murro,
já deve ser mesmo aquilo
que venhamos aprendendo a manter aos poucos,
e determinar que quer mesmo esperar
que o processo de revolta,
a briga normalmente cerebral —
isso de pessoas em seus riscos.

Eu sei: hoje nem chegou a ser
uma rosbife,
e nem um petisco com roquefort.

E isso é rolante
em uma grama sem preocupação.

Eu sei — sou jovem,
deveria estar sendo educado e normal,
com meu aparelho,
olhando tudo que está à minha volta.

Que homem cheguei a ser:
roman-fleuve,
sendo obrigado a encaixar palavras
fora de minha descrição,

escondendo seus bons livros
e escondendo seus meios
de querer ir para frente.

Abietíneas

Ainda assim,
estou percebendo
que alguns tipos de alunos
estão conseguindo sentir uma recuperação.

Pode ser que isso se torne
ligeiramente diferente —
e, sendo deste mesmo caso,
deverei mostrar que isso de medicamentos
e eu, passando horas,
pode vir acompanhado
por um planejamento diferente
de qualquer planejamento.

Isso está para eu mostrar
que conseguirei chegar
ainda mais perto
de minha formação académica,
mesmo sabendo
que o amor está longe
entre os dias e inevitáveis momentos.

Sabemos que isso pode levar a uma discussão.
Ainda estou tentando aprender
como posso chegar a aplicar
essa coisa de palavras e conversa.

Isso pode mesmo passar por mudanças literárias;
isso pode mesmo —
eu querer mesmo acompanhar —
nem todos,
que eu conseguisse me acostumar
ao modo de amor,
ao trabalho
ou aos anos de dedicação.

Posso mesmo me lidar
com as aproximações,
pequenas pessoas
e seus grandes negócios —
nada fora
do formidável modo de saber
que isso chegará a eu saber,
que o romance de disposição
pode passar a mostrar
que minha forma de lidar
com meus conceitos
vem sendo rebatida.

Isso pode mesmo mostrar também
o quanto podemos ser
modo de mudanças.

E eu, querendo o romanceado,
sabemos que isso poderia mesmo mostrar
que tudo isso requer
uma mudança —
para onde eu esteja indo.

E se tem mesmo
como eu desenvolver essa coisa
de aplicação,
de minha maneira de vida,
posso mesmo saber
que essa amostra
é bem mais que meus dias,
simplesmente.

E se isso pode mesmo levar
a considerar
que eu deveria mesmo ser
um incrivelmente homem —
romancear um dia de café
e saber
que há mais coisas escondidas.

E, convencendo,
posso mesmo me mostrar
um manipulador
de meus maiores conceitos,
fisicamente,
como se fosse mesmo
esse o meio
de eu querer sentir:
isso pode ser
o tempo que ganhei.

Acalmação Doc. 12

Acalmação Ainda mesmo quando eu fosse concordar, isso pode ser um experimento. E nisso, posso deverei saber que eu venho mesmo ainda refresc...