Abunã
Eu ainda acho intenso
o que vem acontecendo em meu mundo.
Isso de aceitação
ainda comece a estar sendo,
ainda de longe,
aceitavelmente por muitos.
E todos os que deveriam mesmo acreditar
que seria um descendente,
isso pode mesmo desenvolver
uma diferença.
Ainda detestarei coisas
que chegariam,
eu nem sempre saber
que fossem chegar
a desanimar.
Isso ainda de eu evitar
isso de vir além de mentiras,
encorajar
e saber que isso nem chegou
a estar indo para frente.
Me sinto livre
e nem precisei mostrar
que sei muito.
Eu vim feito todos os que acham
que fossem também para perder.
Eu tenho mesmo minha coragem
de nem sempre querer achar
que pode ser parado.
Expectativa enorme
de que minha fase de acreditar
chegaria.
Eu ter mesmo
um querer de família
e saber que eu gosto mesmo de vencer
quantas vezes fosse possível.
Eu sentiria
que fosse uma expansão.
E expandir isso
poderia mesmo eu querer controlar
qualquer pessoa
que deveria ser o ânimo.
E no exílio,
mesmo no silêncio,
eu ainda nem sempre soube
que isso deveria mesmo ser
a maioria do que a gente vem sentindo.
Que seria de um ser humano
que queria mesmo produzir
isso, a famosa-mente exortação.
E suspeitando
que isso, exortar,
querer ir à frente
e adentro de nossa vontade
de experimentação.
Ainda sabendo
que minha justa invenção,
meu mundo medonho,
eu acredito que ainda venho amando
o que venho provocando.
Quase sempre dúvidas,
e todos os melhores pensamentos disponíveis
podem ser mesmo de alguém
que seria, seriamente,
ser como deveria.
Entreter em desvendar
como um amigo acolhedor.
Estudo para jamais perder.
Isso atrapalha-se
tudo ao meu justo redor.
E para toda aquela
que deveria mesmo sentir
que eu escrevi para querer viver,
para ver quase sempre
tudo que poderia estar sendo
ainda mais.
Avis rara.
Nesta convincente
e determinante hora
que eu sinto
que meu dia de aprender,
sendo que isso jamais
seria mesmo a culpa
de alguma cena que faltasse.
Que chegou a estar sendo liderado,
seja como vir.
Como eu reconheceria
minha diferença
entre um e outro?
Pois eu amo
tanto quanto
eu tinha que estar amando.
Abundância
O amor está ao nosso redor.
As escolhas estão sempre em locomoção,
e nem sempre eu sinto
que isso pode mesmo mostrar
que poderia estar fazendo sentido.
Eu mesmo,
tem vezes que acredito
no que estou sentindo.
E, se isso for bem mais longe,
ainda deverei determinar
que a entrega,
em sua forma de conhecimento,
pode manter o benefício.
E como poderia estar sendo,
eu argumentarei
que isso pode mesmo saber
que passa ainda mais
do que nem sempre poderia ter sido.
Como se eu pudesse mesmo prolongar,
ou fazer com que isso se torne
uma experiência formidável.
E isso pode mesmo prolongar
a maneira de conviver:
um bom café de viver
em nossa vontade.
Ou isso se tornou ainda mais longe
do que apenas vimos.
Como aconteceria?
E se isso se tornou mesmo
uma fase de instrumento
de algo maior,
eu conheceria meus motivos,
minhas motivações.
Por onde eu fosse,
mesmo obrigatoriamente
em meu jeito de locomoção,
já estava sendo feito
o gentil jeito
de querer viver.
Com isso,
quase nem sempre
vem a ser uma vantagem.
E comemora-se
que isso controle a ansiedade
de um homem.
Seria apenas um controle,
forma de nossa verdadeira vontade.
A desvantagem
é que antes
deveríamos ter pensado.
E nisso,
necessariamente,
acreditado
no que poderia acontecer.
Eu fosse apenas
aquele que observasse.
E se isso acabou sendo de longe,
nisso a vontade de viver
acabou sendo ainda mais séria.
Isso pode mesmo ser
a meta de muitos,
além de catorze tentativas
ou até mais
de encontrar
a claramente clara metade.
Isso é bem mais longe
que a meta responsável
por um e por outro
que estivesse querendo estudar
os meios de entrada
de eternamente ter conhecimento.
E de entrar
na noção de convencimento.
Isso ainda está de longe
em querer que aconteça.
Isso prolonga
e faz com que venha mais longe
do que subestimar
que dependeria
de qualquer incómodo
de um aproximar-se.
E sente-se
que isso foi feito
porque tinha que ser,
deste mesmo motivo:
intenso.
E intensamente,
ainda deveríamos acreditar
que tudo venha
como teve acontecido.
E quase ninguém
termina conseguindo alcançar.
E isso prolonga.
O amor
é uma limpeza
de estrutura corporal.
E nisso
eu já venho achando
que meu trabalho se estica à frente:
uma busca naturalmente frequente.
E sempre,
quando acha-se que perde-se
o motivo de querer saber viver,
passaria ainda mais rapidamente,
quase uma intensa realidade.
Quando, mesmo eu,
que vim gastando tempo,
fosse essa meta de estrutura
e determinasse,
chegaríamos a entender
que a concentração,
se isso é mesmo amor de verdade,
nisso ainda
o aprimoramento
chega a ser intenso.
Para onde fosse
a nossa busca.
Abundante
Aonde chega-se a entender isso
é quase o investimento razoavelmente
que eu tinha que ter acreditado.
Ainda tenho que estar indo para frente.
E me entendo na meta da realidade
para entender
que isso pode ser mesmo
o salvar de um casamento.
E mesmo quando eu fosse
esse menino
que aprenderia a noção
de como eu poderia antecipar.
E agora,
força a minha entrada.
E mesmo quando eu ajuntaria
minha aglomeração,
e mesmo quando fosse,
eu entenderia
que isso de entrada
força-se
para eu acabar sendo eu mesmo.
Mesmo quando eu fosse
disposto a locomover-me.
E se isso fosse mesmo o determinado,
e mesmo pelo instinto
de conhecimento,
de provocar,
e como poderia estar sendo
a forma de que isso se tornaria
tratamento.
E nisso, ainda mais,
isso pode determinar
que fosse quase
um meio-termo colecionado.
Isso pode mesmo aprender
que, quando se pode saber,
há uma sabedoria:
a de arrancar.
E quando tenho o meu querer de saber,
ainda demoraria
para chegar
à minha primeira parte
de algo que fosse colecionado:
os amores.
Quando você tem um amor,
é quase para uma vida inteira.
Eu posso mesmo mostrar,
se nem todos podem.
Há quem aguente assegurar.
E tentando isso,
poderia mesmo,
no totalmente,
eu querer
quando fosse chegar
a lhe tirar.
Isso pode mesmo saber
que isso poderia,
eu mesmo,
quando eu sentisse,
chegar a terminar.
Como fosse mesmo terminar.
E a sentir isso
pode mesmo ela ser intensa
quanto o contato.
Como poderia
se tornar arrependimento.
Ou pode mesmo se tornar necessária,
quando demora
para reconhecer.
Que isso pode mesmo sentir.
Nunca deixe de acreditar.
Isso pode mesmo,
quanto ao quanto determinar,
que a mera aproximação
da mente
determine.
Que isso pode mesmo saber:
eu estou ainda,
mesmo quando eu sei,
eu amo.
Quase sempre,
como posso,
continuavelmente.
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