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Antologia poética 21 Temporada Um amor estilhaçado

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A um café da manhã,
para uma preocupação,
serei considerado, propriamente,
um conselheiro,
o loquaz.

Buscando responder
todos os tipos,
extremamente,
até por onde dependerei
de saber que há alguém que vigia.

E sempre que procurarmos,
nunca conseguiremos ver
a loquacidade —
nossa fase de se levantar,
mexendo a lordose,
e o lorotar.

Fale.
Espalhe.
Conseguirei voltar
do meu começo,
ajuntarei tudo que aprendi,
em evitar ofensas,
e apresentarei
dentro do que fui indicado.

E por toda a raiva
de qualquer um
que acha que pode ter compaixão
ou empreendimento,
suspeitarei de perdas,
ou façanhas.

Não fique nervoso —
muitos têm chances.
Eu tenho que falar:
Lornhão, alevante-se!

E mesmo no nervosismo,
na loteca começa a anunciar
sobre o acumulo de dinheiro
ou de ops: ofensas.

E se for para ganhar na loteria,
será que conseguiria eu
me preocupar com tudo
que posso conquistar
sem o roubo,
e muito menos o tormento,
o loteamento,
ou a perda de património?

Um cantar novo não impede,
ou tenho plenamente
ar de vida.

E por onde tivesse como perder,
não estaria vivo.

Eu, aprendendo,
me soltar disso tudo,
menos do que me faz ir para frente.

E se eu tiver ainda vivo
quando chegarem,
e eu, nunca querendo ser desistente,
no mendelismo
estou sendo um bom ancestral.

Tudo que arranquei,
nem sempre planejando perder;
tudo que possivelmente,
eu recompensarei.

E qualquer um que chegou a estar escolhendo
me acostumaria a mostrar:
haverá um tratamento para esse.

Seremos mais acrescentados,
protagonistas.

Machadiano

Caro amigo,
tudo passa despercebido,
e sei que tudo vai contra os meus princípios.

Evitando também finais ruins,
enquanto posso estar querendo escolher
para qualquer que seja,
aonde fosse,
sentindo tudo que nunca
tinha que estar tendo.

E nem sempre é prestável,
e tenho que negar.

Saiba:
a fase do “não”
é um querer de não.

E me sinto no sofrimento
de ter uma entrada,
espero eu esperar,
ainda em querer ter entrada
de outros meios.

Pois no querer achar
que pode estar tudo acontecido,
eu preferirei ficar,
e no propósito quero sentir,
disso fui sujeito a me colocar.

E se o último colocando
mesmo sendo o máximo,
de reunir,
quero reunir
diversos jeitos de sobreviver.

Sei: conseguirei ainda
minha libertação.

Presunçoso,
e nunca venho a querer desistir,
ultrapassando anos,
saindo daquilo
que me veio com infelicidade,
por desvio,
e sonolência.

Mesmo fora de amizades
ao meu redor,
espero eu — preterido,
sincero —
levar tudo isso de disfarce,
para longe,
por tudo que consegui reorganizar
no preterir.

Hoje, perdendo dias de serviços
em empresas,
e perdendo salário,
por onde remunera-se.

E tanto quanto,
tudo que poderia eu ter
que estar ganhando,
se escondem muitos
nessa “boa vida”,
e muitos que levam
escondendo e mentindo.

Eu espero minha chance.

Ultimamente,
pessoas que prejudicam a imagem,
e pessoas que bloqueiam
sem saber o prejuízo futuro
dentro do que terão que sentir
no próprio bolso.

Produzido nada
pela mão do homem.

Pois mesmo na pandemia
terminantemente,
chances de ter emprego —
e por causa de uma e de outro
acabamos que encarar
um desemprego infinito,
para recuperar
todo esse tempo perdido.

E qualquer proeza —
nunca tinha acontecido isso comigo:
ficar tantos anos sem emprego,
dentro de uma sociedade.

É de querer resolver
qual foi pilantra
pelo temperamento perdido
de viver com toda raiva:
uma “machadada”.

Se não é,
se não vai ser desta vez,
todos aqueles em sua maçaroqueira
ainda colocam
como se tivesse obrigação
de estar sendo,
acordando,
remunerando,

quando aparece tão pouco
que um pacote de arroz
conseguimos nem comprar.

Limitar

Deixe que a sociedade passe
o que bloqueia,
sem saber que a fome
está presente dentro de uma casa,
o que falta,
e se tem prioridade —

como terá prioridade,
se de dentro de casa
já vem também
quem inventa qualquer coisa para viver,
sabendo da obrigação
por dentro de uma empresa,
é de querer resolver
na base de um linchamento.

Esperando o quê?!

Sabendo que a perda de vida,
e o que tem em remunerar,
jamais será recuperado.

Ainda emissoras e rádios
contratam espécies de pessoas
que poderiam proporcionar
claramente o emprego.

E para onde?

Terei que escrever
incansáveis páginas de reclamações,
sendo que muitos se escondem
em suas favelas,
em comunidades mentais,
ganhando dinheiro
de um lugar diferente,
totalmente errado.

Uma riqueza de conhecimento
jogado fora —

e terei ainda minha chance
enquanto estou sendo
o limpa-pratos dentro de uma casa,
e ainda reclamam
do que está sendo escrito.

E a limpadela,
o limpador (ô) —

me desculpe
ao que poderia me comunicar,
nisso está além do limite
de uma família no sustento.

Ainda o desrespeito,
uso indevido de meu nome
para fins ilícitos,
fazendo com que eu não tenha emprego.

E profundamente eu sei:
nunca foi merecido.

Até onde estou indo,
que não desviem meus caminhos
entre a fé cristã
e a fé de rua.

Dependerei jamais de nada.

No rosto do homem,
a expressão de má vontade
de correr atrás.

Como confiaremos,
se o homem manda áudio
em sua loucura
por falta de droga,
e outro planeja qualquer fim
para tirar das costas
sua responsabilidade?

Hoje lhe falo, amigo:
escrever no Brasil,
ver a pessoa ainda lhe intimando —
é um fim de vida miserável.

Acalmação Doc. 12

Acalmação Ainda mesmo quando eu fosse concordar, isso pode ser um experimento. E nisso, posso deverei saber que eu venho mesmo ainda refresc...