Açafroeira
Acho que foi
uma definição
de minha categoria:
saber que eu devo mesmo
ainda continuar
indo à frente,
mesmo quando fosse
eu permitido
continuamente passar
a saber
que isso seria mesmo—
nem sempre saber
se a pessoa deverá viver
o tempo
literalmente todo.
Nunca deverei saber
se foi mesmo
nesta intenção.
Enquanto eu mesmo
ainda perco anos
tentando entender,
tudo pode mesmo
passar nisso.
Saiba:
nem todos
podem mesmo escrever.
Eu estou indo embora,
conforme sei
que amar
é coisa difícil.
E nem todos conseguem
mesmo entender
que isso,
ainda mesmo quando fosse
impossivelmente,
eu poderia perder horas.
Isso se esticou
em uma noite,
e nada pode passar
a dor de uma perda.
Nem o higienista,
e nada que letra fale
que substitua
o tirar de alguém
a vida.
Pode-se sentir
que isso se torne
o automático.
Nisso, ainda,
jamais permitiremos
encarar
que isso se tornou
mesmo uma cobaia.
Eu ainda tenho
alguns dias à frente,
e nem sempre
terei como parar.
Isso mesmo pode ser
aquela parte
indescritível.
Deveria estar sendo
proibido
estar indo à frente,
para onde eu ainda
aprenderei
a entender.
Isso pode mesmo ser
o final,
ou, afinal,
para alguém passar
mais anos preso
em minha mente,
sabendo que isso,
para muitos,
se tornou normal.
Ou se foi mesmo
como se fôssemos
atirados, arrancados
desta nossa locomoção,
para onde eu ainda
entenda
que isso pode mesmo
usar,
ou se isso colaborasse
para qualquer era
de uma definitiva
definição.
Posso mesmo sentir
que isso se torne
naturalmente
parte de um sistema,
por onde tudo
venha mesmo começar
a se locomover.
E nisso,
essa coisa de filme
e mais coisas envolvidas
arrancasse
essa maneira
de eu conviver,
junto ao que seria
mais tempo,
quase nem sempre
apresentável.
O amor que eu tivesse—
ainda não estou certo
mesmo de saber
que isso pode ser
mesmo parte
de nossa estrutura molecular,
ou pode mesmo
eu saber
que isso ainda
nem sempre é constituído,
aparente,
paranormal.
Eu mesmo
nem sempre ainda apresento
explicações
para todos os meios
de comunicação.
Isso pode comprometer
um ao outro,
próximo ao máximo
de arrancar
uma vida.
Eu sei
que isso deverá mesmo
ter uma familiaridade
de uma volta.
Eu conseguirei mesmo
planejar algo
para jamais esquecer
sobre isso.
Açaí
Ainda acredite
que tudo pode mesmo
chegar a acabar.
Isso pode mesmo ser
mais que o momentâneo
desespero.
Eu sei
que isso pode até parar
o sistema,
e pode ser
que ocorrerão
piores meios
de tentar incentivar
alguém a ir à frente.
Me entenda:
nem tudo pode resumir
como se fosse uma morte.
Ainda sinto
meu corpo.
E se isso de me dedicar
para saber
para onde eu posso ter perdido,
e nisso, podendo saber
que isso de clima, propósito
e vida,
nada pode deixar
de ser
uma recuperação.
O que ainda saberei
a chegar a ser,
sinceramente,
nem sempre aquele
que combateria
meus males.
Isso de querer arrancar
e falar
que está sendo certo
é mesmo
um ar de vida de longe,
que jamais
poderia mesmo mudar
a descritiva moda
e determinado conceito.
Isso é de eu mesmo
pensar em entender
que isso chegaria
eu sair
nem sempre
de meus melhores meios.
Diariamente,
sobre o sofrimento
de um familiar,
ainda mesmo
quando eu sabendo
que nada pode modificar
qualquer que venha
a estar sendo a pessoa,
ensinando na prática
o erro.
E sabendo
que eu mesmo posso
ter visto
grandes feitos heroicos,
é de saber
que isso jamais passaria
de nossa grande motivação.
E mesmo quando
eu buscasse escapar disso,
e me dizer
que isso foi mesmo
um crime,
e mesmo quando
eu fosse mesmo
obrigatoriamente sabendo
que eu nem tinha
como passar
para outro meio,
em que a minha localidade
nem sempre
é apresentável.
E mesmo quando
se esticasse
como se fosse mesmo
uma nova história,
eu posso ainda
suspeitar
de qualquer meio
de intermédio.
Eu ainda sinto
a coragem
de uma pessoa,
se fosse mesmo
a verdade,
de qualquer que venha
me falar
que isso se tornou
um erro indiscreto.
Posso ainda
ter coragem,
ou se isso se tornou
indo eu mesmo
à frente,
a rolar
de sintonização.
E nesta,
que o corpo
pode mesmo suportar,
e nisso compreenderemos
o quanto ainda
fosse apresentável.
Entre o ciúme obsessivo,
a arrancar a vida
de uma jovem garota,
isso se torna mesmo
um tipo de reportagem,
longe de ser
um simples jornalismo.
Isso é apenas
o querer falar
que tudo pode mesmo
passar—
a atenção
ou determinação
de alguém.
O uso
de mesmo quando
eu fosse
eu mesmo superar,
e mesmo quando
fosse eu saber
que isso ainda fosse mesmo
estar além
de qualquer propósito.
O amor
passa despercebido,
e amizade
sobra,
tanto quanto
eu ou você.
Ainda,
continuamente,
escrever essa história,
obrigatoriamente saber
que nem sempre
terei como mesmo entender
que todos
deveriam mesmo sentir.
Isso se tornou
uma competição,
ou apenas seria
um sonho de homem,
longe de ser
escolhido novamente.
Acaiaca
Ainda que
em determinados dias,
eu ainda sinta
a saudade de viver—
isso vem de longe.
Nem sempre provoca
que isso é o transporte
de importantes informações,
e isso pode levar
a alguns sentirem
que chega a estar sendo
mesmo diferente.
Eu ainda tenho,
tecnicamente, fama
de nem querer entender
por onde fosse mesmo feito
qualquer destas
inacreditáveis formas
de movimentos.
Que nossos meios
de querer ir,
ou se venha alguém
querendo levar embora,
na maioria de nossas vezes,
eu sei
que isso provocasse,
bem levemente,
dias à frente.
E eu apresentasse
que isso terminaria
a encarar.
E nisso,
escondendo os meus meios
de impossível acesso,
e a possibilidade
de como fosse quase sempre
recuperar
nossa terminante forma
de um conceito.
Justamente quando fosse
mesmo isso fabricado,
como se eu mesmo
conseguisse ainda acreditar
em entender
que isso poderia ser
uma pessoa,
ou estar apresentando
um fingimento
para onde eu esteja indo.
E como poderia eu
conseguir ainda determinar
a detenção
de uma pessoa?
Eu aprenderei
que isso já passou
mesmo de nossa
remunerável causa.
Eu seria isso:
aquele que tivesse comprovado
que possivelmente
eu acompanharia
minhas vidas
e meus conceitos
de criatura vivente,
e a consciência,
naturalmente,
de uma pessoa.
E esperar ver o amor
a chegar
em uma putrefação—
recuperarei eu
de meus dons.
E isso jamais poderia
ter sido feito
como putrefeito.
E mesmo quando
eu apresentasse
qualquer erro,
por que ainda acreditar
em pessoas
neste nível?
E sentir
isso pode mesmo determinar
que nossa maneira
de conseguir voltar
uma pessoa
e continuamente acreditar
que isso passasse
mais longe
de ser uma encenação.
Passarei anos
entendendo
e tentando entender
por que muitos
ainda aceitam pessoas
nestes meios
de entrada.
E mesmo quando
eu soubesse,
ainda teria
como eu apresentar
a melhor forma explicativa.
A menina
ainda tinha meios
de sonhar—
isso se tornou
quase impossível.
E nisso,
se essa possibilidade
de tirar cada vez mais longe
de nossa decisão,
posso mesmo
eu surpreender,
sabendo para onde
e em que longevidade
chegou a estar indo.
Jamais
eu apresentaria
em que rumo,
mesmo quando
eu fosse um ser humano
no apreciar interesse.
Nem sempre
terei mesmo como amar,
e nem sempre
serei mesmo
precisamente aceito
em qualquer forma
de sociedade.
Eu ainda aprenderei
como posso mesmo
me despedir.
Isso pode passar
despercebido,
ou pode mesmo
eu sentir
que conhecesse
eu mesmo a tortura:
arranque-me daqui,
ou arranque-me
de meus dias.
Conhecerei cada motivo.
O meu incômodo
ainda demorará
que eu tenha como
recuperar
e resistir.
Por onde eu posso mesmo
mostrar:
não há amor maior
do que viver
e conviver tentando.
Não há amor melhor
que jamais morrer—
e que isso seja
bem longe
de ser a realidade
de comemorações.
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