Abstencionista
Acho que isso —
de amor —
se torne mesmo
uma ilusão,
algo seriamente
do convencional,
na distinção.
Ainda aproveito
que isso
pode mesmo
me convencer:
chegamos,
a recuperar —
e isso pode,
eu cobrando,
quase sempre,
o quanto ainda
tenho que me tornar
isso:
uma história contada.
Quantos podem mesmo
querer jamais sair
dessa visão?
Acho que passa
de qualquer causa,
na eliminação
de uma pessoa.
Saberia que isso —
de converter meus estudos,
como se fosse mesmo
um aluguel —
eu existiria
nesse meu trabalho,
nesse meu jeito
de proteção.
Isso pode mesmo convencer
muitos,
que palavras
podem salvar vidas —
e vidas
nem sempre têm como ser salvas,
quando a própria mente
de uma pessoa
começa a se tornar
uma pessoa que fosse usual.
Isso pode mesmo ser
um plano,
o começo
de uma faculdade humana,
e, se isso —
de intenções —
soubermos,
vem fabricando
uma pessoa
que se torna caçadora.
Eu, sabendo,
que isso esticaria
bem mais
minha interceptação,
e isso pode mesmo
chegar a se tornar
apenas uma manhã —
literalmente.
Nada pode passar
de recomendações
e superstições:
qualquer que confronte
essa espera,
e, se isso intensificar,
eu tento ainda
ganhar em cima,
posso demonstrar:
isso é o controle
recuperável.
Isso pode mesmo —
eu saber —
para onde pode agora
querer aprender,
se isso pode contornar
o inesperado.
Uma pessoa,
ou outra,
querendo arriscar —
isso seria quase
sensacionalmente
um dos melhores amigos,
entre vias,
entre eternas buscas,
por onde eu posso
ser mais que isso:
a intenção.
Nunca deverei saber
se poderia eu
estar tendo certeza —
porque está
para passar
mais rapidamente.
E, mesmo quando fosse
a minha coerente disponibilidade,
eu faço com que você
ainda acredite
que acabei chegando
ainda mais longe.
Isso pode mesmo
me levar
a outros equívocos —
isso sente,
isso se locomove,
e eu lembro:
isso é
o amor intencional.
Abster
Para onde eu sei que isso levaria
meus amigos conterrâneos,
isso pode mesmo mostrar
que deverei mesmo eu melhorar;
isso posso estar entrando
em minha crise diária,
quão o temperamento
que seria eu mesmo,
ainda tendo que esperar
que isso poderia ser impossivelmente,
e seria mesmo explicável
que isso aprofundar-se-ia
alguém em águas inesperadas.
Isso pode mesmo mover uma busca
e nem querer me soltar;
pode mesmo eu sentir
sua pretensão de viver,
posso mesmo conhecer
como possivelmente eu poderia
estar sendo agora,
para onde eu livraria você
das gentis complicações,
e sentiria, posso mesmo eu reconhecer:
é um querer desesperar,
ir para frente.
Acho que isso se tornou
pior que uma atração de televisão;
isso posso mesmo recomendar,
isso entre minha complicação,
apenas estou levando a pessoa,
está se mostrando como poderia
um quarentão chegar a se tornar
quase um bom jogador
em quarta de final.
Eu posso mesmo estar sendo chamado
ainda mais longe
de quem já foi convocado;
eu mesmo estou sendo um adulto
que passa mesmo
do impressionismo de um viver.
Posso mesmo querer
que isso faça com que
isso fosse apenas
quá-quá-quá de palavras adicionais,
e isso, minha superação,
é querer mesmo conceder
que isso passe mesmo
além de uma pessoa
em nossa composição atualmente.
Isso ainda recuperarei,
passarei até a me dedicar
um pouco a mais;
isso pode ser passar
muito rapidamente,
e que isso de viver em paz,
na fé,
seja mais que uma quaresma,
vai achando que é apenas mesmo
um ser humano sentado em cadeira,
percebendo que isso passou mesmo
de dias acrescentados.
Isso pode ser
a definitiva causa
de uma pessoa
que ainda consegue passar
de nossa crítica,
de se tornar mesmo existente,
mesmo que antecipadamente,
for do jeito que ir para frente
seja tão rapidamente
que eu espere,
como se fosse mesmo
o compromisso;
nem tem como mentir
para as estimativas de um amor
que declara-se,
que isso poderia mesmo ser
uma aceitação precisa:
preciso que isso seja
mais elevado
que viver
dentro do espiritualmente.
Abstergência
Isso se torna mais que um simples documentário,
pode mesmo se tornar a realidade inesperada
de quem quer mostrar ir para frente.
Pode ser perigosamente nem sempre aceitável.
Me encontre em um futuro,
ou posso já me encontrar
em qualquer memorização
de uma música de controle absoluto.
Isso pode ser mesmo as pessoas —
esse querer permitir
que eu entre nisso,
sabendo que isso poderia nem sempre
passar de coisas normalmente banais.
Posso ainda querer me construir
na posição de pessoa
que queria mesmo voltar
do seu reconhecimento
ou recomeço.
E se isso pode se confortar muito,
ou posso mesmo querer me ver
contornando isso,
de força em brutalidade de procura,
aonde quer que muitos ainda tenham
como reinar.
Posso, intencionalmente,
fazer com que isso se torne imposição.
Estou a me locomover conforme a pessoa
me coloca.
Como pode ser definitivo —
isso pode mesmo demorar
ao desespero
de quem já venha querendo
me compreender.
Parece intenso o meio
de eu tentar minha busca
normalmente frequente,
e passar despercebido a muitos.
Pode mesmo ser eu,
em meu clima de tarde,
ainda esperando o anoitecer chegar-se.
Chegarei ainda a querer
que eu me concentre
ainda mais rapidamente.
Isso pode ser
a sua forma de contorno-mundo.
Idealmente,
eu passe por você
ou eu encare.
Tenho como querer-ser
intensamente.
Isso pode ser uma passagem
de vias recuperáveis —
e, se isso pode,
eu quero me ver
dependente disso,
historicamente,
de uma mulher
que passa a demorar.
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