Açambarcar Doc. 5

Antologia poética 30 Temporada A minha amada distante cura

Açambarcar

Eu sei,
o show pode estar mesmo sendo
claramente aquele
que, entre tantas épocas,
eu mesmo venha sabendo
que minha sugestão,

e mesmo lembrando
o limite de qualquer pessoa,
acabei eu chegando
a esse nível de aprofundamento
de nossa fase
de intelectualidade.

Eu acho que minha má vontade
de escrever
vem com uma vontade
de aproveitar
que eu tenho
minhas melhores sugestões,

e pode ser
um vencer gradual.

E nisso, conhecendo o efeito
entre tantos
que aproveitam,
eu mesmo ainda apresentarei
minhas melhores formas
de descrições.

Isso ainda demore
anos à frente.

Eu mesmo estou me comportando
e estou nem um pouco preocupado
com como pode estar sendo
mesmo o meu nível,
meramente intelectualmente.

Eu mesmo me sinto agora
sempre apresentando
qualquer meu nível de intelecto,
conforme eu me sinto.

E mesmo quando eu tenha
em querer enfrentar
qualquer pessoa
para me exercitar,
eu me sinto
no meu jeito de viver,

e sinto que estarei mesmo sendo
deste mesmo momento
de minha aprendizagem de viver,
entendendo
como todos os meios ao redor.

Eu posso, eu mesmo,
chegar a esperar
que isso tudo
pode mesmo chegar
a me entender.

Entendo que estou mesmo chegando
ao meu nível,
basicamente,
como pode ser mesmo
eu chegar a sentir
que fui subestimado.

Eu mesmo estou
no meu meio gradativo,
e nunca deixo de sentir
que isso seria convencional
aos meus respectivos modos
de sobreviver.

Eu mesmo estou me sentindo
sempre tenso,
e nisso, realmente,
eu mesmo quero me entender,

que isso pode satisfazer
o meu meio artístico.

Isso de esforço,
e chegar a encarar
que eu controle
nem sempre minha raiva
antecipadamente.

E mesmo quando eu sentir-me
deste mesmo momento,
colecionando,
eu sempre ainda apresentarei.

E sempre quando eu sentisse
estar sendo mesmo
uma busca boa,
intencionalmente,
eu mesmo acho
que isso tem
meus melhores motivos
de esperar.

Que tudo quer causar,
e nesta meta minha,
diariamente,
eu me sinta basicamente
esse mesmo cara,
com meu nível normalmente
de paciência.

Para onde eu queira mesmo
sentir-me daquele jeito
que está sempre querendo entender
que isso de cobrança
chegue mesmo a elevar
qualquer um
que venha estando.

E eu aproveite
a encarar
que isso for
como aquele revelador
jeito de sentir
que eu não estou
nem um pouco preocupado.

Com isso,
posso ainda querer escolher
como seria minha maneira
de ser um ser vivente,

e sabendo
que estou sempre na espera
da presença de boas pessoas
que me deixem relativamente
sempre querendo combater
os meios e níveis,

naturalmente,
até que isso leve a gente
a outros meios,
e que isso me coloque
sempre a desempenhar
aquilo que sempre quero estar sendo.

E no centro dessa escrita,
a linguagem observa
o próprio ato de nascer.

Cada frase tenta compreender
o motivo de continuar existindo,
como se o poema
ensaiasse sua própria consciência
entre o pensamento,
a memória
e a necessidade de expressão.

Acambetado

Aonde eu mesmo sinta
é meu meio de viver,
em minha proporcionalmente meta,
ao que eu lembre
que isso ainda
arranque terra de nosso país.

Eu mesmo gosto
quando eu tenho
meus meios
de querer plantar isso,
para eu entender
que chegue a ser
um plantio diferente.

Eu mesmo conheça
que isso chegará
a me tornar sempre
aquele ser
que me mostre
que isso chegará
a deixar-me longe
de qualquer grade,

de qualquer pessoa
que esteja ao nosso redor.

Eu mesmo entenda
que isso de ser
um bom homem,
e não ainda depender
de qualquer pessoa
que venha a se matar,

eu sinta
que isso é bem
aquele rumo
aonde me colocaram,

e minha juventude
venha muitas vezes
de meus meios esforços.

Já comecei a sentir
que isso pode mesmo ser,
provavelmente,
os melhores climas propensos
de uma região,

e isso volte, necessariamente,
sempre a acontecer.

É inegável
eu sentir
que isso deixe
eu perdê-la,
aquela que esteja
fora de minha vista.

Que isso comece
a ser mais,
inteiramente,
em meio à minha disputa.

Eu mesmo me sinto
conhecendo meus melhores dias
em meus melhores rumos,
ainda pertenço a isso,

e tem muitos
que querem arrancar algo
que poderia ser
um sopro de vida.

Isso tudo terá
uma mera
e terminantemente
determinação.

Eu mesmo sempre estou esperando
para que isso seja
nem sempre desconhecido,

e tudo que fosse natural,
eu entenda
que isso é caso inepto
de muitos
que desconhecem
que eu estou indo
no rumo
pela minha meta
de programação.

Aonde eu ainda sinta
que me sinto ótimo,
o trabalho pode mesmo demorar
incansavelmente,

eu mesmo sei
que isso leve eu
para bem mais longe.

E nesta escrita
que cultiva palavras
como quem planta ideias,
o poema também ara
a própria linguagem.

Cada verso tenta compreender
o mecanismo de sua criação,
como se escrever
fosse programar emoções
em um terreno de memória,
onde o pensamento germina
e a consciência
aprende a ler a si mesma.

Acamboar

Pode eu mesmo aprender
a estar preso, literalmente,
em minha fé.

Eu sei
que não tenho como
me considerar
meramente sempre aceito,

ou posso mesmo,
no propósito,
fazer com que isso tenha
uma pequena proporção
de tudo
que você deveria entender.

Luxuriante efeito
entre os melhores,
e condicionalmente o clima
e toda a atenção,
pode mesmo ser aproveitado.

Isso pode mesmo ser relativo,
como seria
minha mera comunicação.

Eu mesmo estou ainda
em meu quarto,
esperando tudo
que venha estando certo
acontecer.

E todos os meios de esforços
seriam mesmo, seriamente,
pouco.

Eu mesmo querendo
me redimir
com meus efeitos
entre as respostas,

e tudo
que deveria eu mesmo,
sabendo que conhecesse
e controlasse.

E mesmo a luxação
deverei mesmo, provavelmente,
eu mesmo saber
que isso é meio
complicado e conflitante.

Até pode onde fosse mesmo
o melhor caso
de que isso fosse
longe de meu ensinamento.

Eu mesmo concordo
que isso venha mesmo
ser a resposta
de minhas totais vontades,

no prolongamento
de minhas verdades.

E nisso
eu ainda comparasse
isso pode mesmo, de longe,
ser naturalmente,
nem sempre lustre.

E mesmo que eu tente controlar
e tente resolver
meus confrontos terrestres,
eu acredite
que isso ainda seria
uma comprovação.

Isso é termo
quase nem sempre existencial,
dentre meus ramos
e na observação.

Eu mesmo,
no meu lustre e esperteza,
conhecer
e fazer com que isso
seja parte
de uma força maior
que a pessoa.

E eu reconhecesse
que isso
e todos os meios de pessoas,
e os tipos confortantes,
eu ainda delibere
meus meios,
simplesmente.

E sendo que isso
ainda seja, de longe,
o verdadeiro conhecer
de um progresso.

E existindo isso
de controle,
eu me sinta
aquele que não tenha como
mesmo o lustro de pessoas,

que deveria mesmo sentir
que isso deveria ser
o reencontro
de uma classe estrutural.

E nesta construção
de frases que observam
o próprio movimento,
o poema transforma a linguagem
em espelho de consciência.

Cada palavra tenta compreender
o sistema que a produz,
como se escrever
fosse também
reconstruir a própria existência
entre fé, memória
e interpretação.

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