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Acabralhado Doc. 5

Antologia poética 27 Temporada O cálice de uma gota de sol

Acabralhado

Estou indo para lugar nenhum.

Nem mesmo a magia de filha da mãe
irá me levar.

Minha intenção
de uma bicha querendo me levar
para meu livramento

é eu ligar para o pai de santo
querendo me crucificar.

Isso pode mesmo saber
que é tudo pior
que o batuque de um tambor,
e saber
que isso apenas foi um pagode.

Isso vem mesmo a acarretar
quando o homem quer roubar,
chega mesmo a roubar
a vida de seu compatriota
mesmo para não conseguir pagar as contas.

E nisso,
assim que tudo for feito,
quem volta a ficar em frente de casa
é aquele que achou que tinha riqueza
e tudo foi jogado fora.

É uma conquista de juventude
para a terra do nunca.

É saber que isso é uma alegria
que ninguém tem como conquistar.

Me ofereça o mal,
mais vício,
e me ofereça um amigo
que me sugue a alma
e me fale pelas costas
como os demais.

Isso vem mesmo a chegar a ser
o encarar novamente
a mesma pobreza de sempre.

Sabendo que a pessoa precisa de trabalho,
ainda prefere achar
que me mandando para a mentira
de outro país
me livrará.

Eu morro no meu país
e levo quem me atrasou junto.

Que de onde meu fruto ruim nasceu?
De um ventre que não pôde me oferecer um filho?

Sabemos
que isso é o final de uma vida
que será apenas agora.

Deverá te ajudar.

É um rei
que exangue suas próprias crias no final
e ainda quer meus conselhos.

Evidente
que serei ruim o bastante
para me levarem até lágrimas.

Venho buscar sentimentos,
e eu com sentimentos dos outros.

Ou vai buscar sua libertação
em outro lugar.

Isso é inferno
de querer uma boa vida
e me mandar de novo.

É um bando de coisa ruim.

Nunca cheguei a escrever nisso.

Sinto até de onde vem de novo:

exalar um ar de vida,
colocando suas crias novamente,
arrancadas antes de se deteriorar,

e mandando uma rainha
que não presta
nem para profetizar pelas causas.

Ainda continuo tentando isso
para saber
se eu ver na minha frente
chegarei a arrancar
dias contados.

 Acabramar

A revolta pode ter sido digitada.

Nisso,
a reclamação de muitos
pode ser na base do xingamento.

Isso é querer evitar
e, contradizendo tudo,
saberemos
que isso tem que ser arrumado.

Iremos nos sentar em nosso templo
esperar a compartilhação
de nosso mestre presidente
explicar por quê
estão acontecendo esses relatos.

Além do pagamento de um presidente
e suas regalias,
ainda quer arrancar de nós, brasileiros, mais.

Isso deve ser um equívoco.

Quadrículo.

Ainda deverei tentar sentir-me
menos emocionado
que conseguiu chegar
pelo menos à metade
de nossos quase quatro anos.

E isso acabou sendo
eu mesmo mostrando
que estou me reorganizando,
mesmo quando eu sentisse
que estivesse disposto.

Nisso, vamos, críticos:
ajudem ao menos
a arrancar as explicações.

E se isso de estudo ainda deverá demorar
até a gente o esquecimento,
isso pode querer levar embora
apenas uma história,

e promover toda essa clara mania
de viver a sobrevivência
de uma pessoa
que está querendo mesmo
tentar me explicar.

Ou deverei mesmo acreditar
que somos aqueles
que esperam o acontecimento
ser mesmo aquele
que venha,
querendo nem sempre
tentar se render,

no Q.I. do homem
que poderia colocar toda a documentação
em dia?

Além disso,
deveremos mesmo acreditar
que poderá ser resolvido?

Separe-se.
Separe-se.
Esconda.
Organize apenas um lado.

E depois que tudo estiver terminado,
continue.

Isso é nosso trabalho de cobrança.

Ainda por causa disso
seremos aquele
que acabará sendo danificado
por causa deste tipo de prejuízo.

Haverá como sair,
em vez de ver o mestre
se esquivando
e correndo?

Qual meio de evitar
que isso acabe deixando um de nós
com problema
em nosso futuro?

Isso é coisa de uma pessoa
com um nível de intelecto
que nunca poderia ter acontecido.

Pode mesmo acabar causando contradições:
a perda de renda,
a recuperação,
e nossos meios de entrada.

Isso de bens materiais
pode ser arrumado.

Temos tempo?

Ou será o querer passar diretamente
o quadrúmano
que venha querendo mesmo convencer
que isso terminou em um trabalho?

Acompanharemos,
até nossa velhice,
esse erro.

Isso não pode acontecer.

Alguns que deveriam ter ganhado,
perdendo.

Já nós, discípulos,
já demonstramos o temperamento
de paciência.

E nisso,
agora,
isso deverá acabar chegando
a um dano colateral
em nosso país.

Se tem força extremamente militar,
deveria passar a arrancar
na base da força.

E se é pela inteligência
ou pelos desistentes,

agora como conseguiremos
arrancar qualquer emoção
de nossa preocupação?

Ainda deveremos ficar escondidos,
com a caneca na mão,
ao escrever.

 Acabramo

O amor é quase o gosto
de um beijo de manhã cedo,
e eu te amo.

Como perder essa essência do amor?

Quadrimestre
é mesmo por curto período.

Isso pode ser vias diferentes de toque,
quase melhor
que ver apenas usando o aparelho.

Quem esquecerá?
Preferirá beijar de imediato,
tocar logo,
e nem querer perder.

Esse temperamento
pode ser que acabe
essa sua escolha,
te tratando pior
que uma música ruim
que chegou mesmo a lembrar.

E nisso posso me dedicar,
feito roçar uma temporada
apenas para comprar
aqueles vestidos
que ela venha querendo,

e nisso voltar
para seu quadrado
do meu quarto.

E isso pode mesmo,
no “que” ou no “não”,
pode ser uma palavra composta.

Pode mesmo eu,
querendo mudar o meu,
que em querendo conquistar
estou sendo mesmo usado.

Ainda não posso olhá-la
vindo até a mim,
em quadrupedar,
isso pode ser uma forma vergonhosa.

Me puxe mesmo
para onde eu possa sentir
que poderei querer me mostrar
que estou conseguindo vencer,
mesmo querendo lhe oferecer
meu meio de trabalho.

A estadia em sua casa
começa a durar bem à frente,
a mais.

Isso pode ser eu
em joguinho no meu aparelho celular,
puzzle,
arrumando a melhor foto sexual sua
e montando como se fosse
um quebra-cabeça.

Isso pode mesmo
um “puxe sua vida para mim”
em um querer mais perto.

Me arrancará lágrimas
de saudades.

Isso é um passar de convencimento.

O meu instrumento de escrever
às vezes chega
a nem querer te agradar.

E ingrata,
sabendo que eu não me acostumei
com seu desprezo.

Estou preso
no outro lado da cidade,
de ansiedade
de exercer meu trabalho em campo,

aquele
que nem sempre irei ter
que mostrar
minhas melhores referências,

ou puxa-saco
ir até sua presença
e estar a ir ao meu lugar
querendo mesmo antecipar.

Isso é minha,
literalmente,
forma de guerra
para querer ver seu sorriso.

É um exalar de aroma.

Deixe que eu examine,
e na minha exalação
me venha tendo mesmo
a coragem
de mostrar.

Venho montando um plano
de investimento
para tentar jamais perder isso
de conseguir saber
que isso fosse mesmo intensamente
o começo
de eu querer ter
em seus abraços.

Isso deve ser
o meu erro ortográfico
seguir as nossas cenas.

Exato que eu sinto
pode ser uma história longe
de sentir
que poderia estar sendo perdida.

Minha composição
não te agradará.

É que eu amo
como posso fazer
e como eu posso terminar
como um ser
indo embora
para uma direção oposta.

Acabrunhado Doc. 6

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