Acarinos
Por onde eu posso mesmo entender
que chegasse a se tornar proibido.
E eu dependeria
de qualquer um
que venha
e tentasse desviar
nossos rumos.
E na interação.
Nisso eu ainda sinta.
Pode ser
que isso me coloque
como se eu mesmo estivesse.
E criasse isso
para glorificar
minha visão.
Nisso tenha
levemente certeza.
Que venha como for.
Nem sempre tem como entender
que isso chegasse
a ser mesmo
o fruto
de um trabalho reconhecido.
Pode ser
que ainda mesmo
quando achasse
que seria errado.
Eu mesmo te mostrasse.
Isso se torna
uma contribuição.
Para seu livramento.
Experiências estranhas
e experimentos,
estranhos.
Isso venha pretendendo muitos.
Pior que jogos.
Em verdade de realidade.
Melhor que isso.
Invadir nosso país.
É saber
que é estranho.
Cada forma
de fornecimento cultural.
De uma pessoa.
Para onde deveremos
estar explicando
que cada dia
se torna um dia.
De eu arrancar mesmo
isso de dentro de mim.
Isso pode mesmo prender
qualquer que venha sendo
atenção.
Conheceremos
nossos imprevistos.
Isso chegue a se tornar
mais que um simples filme.
Se torne mesmo
um fator.
De apenas apresentar
qualquer crítica
mal relacionada.
Poderia subestimar
qualquer dos nossos.
Em nossa aproximação.
Mais perto
de saber
como sair
desta verdade.
Acariquara
O pior que tudo
é estar observando
um que se torna bruxo.
Por onde deverá passar
sua noção.
Entre todos os meios
de trevas.
Somos mesmo pessoas,
humanos espirituais.
E nisso apreciaria
mais que coisas
que venham com santificação.
Sendo nesta atmosfera
e verdadeiramente realidade.
Ainda chegamos
a concretamente saber
que isso se torne mesmo
uma criação.
Tudo que podemos criar.
E evitar
que isso fizesse
que se tornasse
um desvio.
Brumaceiro.
Para onde essa mente
desta pessoa.
Ou como seria
sua questão
de representar
sua forma
de deixar
que isso seja ignorado.
O modo de sobreviver.
E ver ainda apresentará
melhores livramentos.
E arrancar isso de dentro.
E desprender isso.
No que pula bruco.
Ou quem ainda chegasse
a alimentar.
E nisso
como se tornasse mesmo
o compromisso.
Máximo.
Ao que está
a nossa aprovação.
Nisso a cavalgada
de sua maneira
de Bucéfalo.
E se isso deveria mesmo
nem sempre saber
que venha guardando
meios de comunicações.
E leve levemente embora
o medo.
Poderia isso atrapalhar.
Nisso, pior que suspeitar
que é uma brincadeira.
É saber
que nossos pensamentos
vão reagindo.
Aonde acompanharemos.
E isso.
Melhor que acreditar.
E poderemos mesmo
aproveitar todos os rumos.
Concluindo
que isso solte.
Nem sempre muitos
que eram bucólicos.
Ou mostrasse
que isso pode mesmo querer
que separasse.
Para onde vem
ou vai essa beleza.
Ainda mesmo quando
a gente tem
que nem sempre deixar
de imaginar.
Quantas vezes
chegasse eu
a conduzir-me
ao desespero.
Ou se isso deixasse
meio desconcertante.
Tiraremos.
E essas coisas
que pode ser
que atrapalhem
possíveis entradas.
E impossíveis meios
de condicionamento.
Isso é saber
que o burguês
aprenderá escolher o caminho.
E aprenderá
tentar entender.
Como o burilar
de muitos
pode mesmo fazer
com que isso se torne
um sofrimento
para outros.
O bugio.
Nisso acredito
que por toda essa história.
Para finalizar.
Aonde conseguiremos renda
para comprar um bujão.
Enquanto aproveitam
e sabem
que isso leve mesmo.
Apesar de todas
as maneiras de viver.
Viveremos acreditando
em quem venha tentar
substituir seus efeitos ruins
por guarda-segredos.
Acarminado
O interesse pode mesmo querer
que isso passe mesmo
de um ser humano despercebido.
Que eu sinta
que isso seria mesmo
mais que um simples meio
de problemas.
Ainda acho
que isso de experiência
em meu combate
seja mais incrivelmente.
Por onde eu ainda sinta.
Isso é intenso.
Meios experimentais.
O amor entre pessoas,
mulheres e coisas.
E uma base
de estruturação.
Eu querendo
nem sempre estar incomodando-me.
No bulir,
levemente.
Eu sei
que isso terá que ainda sentir
que isso se tornaria
minha geralmente demora.
Conseguindo mesmo
eu sentir
que isso de comunidade
de comunicação
se torne mais acreditável.
Ainda demore
um tempo coerente.
Para qualquer
que sente
que isso se tornaria
uma bugiganga.
Isso ainda vai ser
bem quase a pressão
ao incómodo.
Por onde eu mesmo ache
que passaria eu mesmo
demais dias.
Reconhecendo
e desprezando
os meus meios.
De que os acontecimentos.
E como chegaria
a se tornar, sucessivamente,
um ser humano.
De que nem sempre
vem querer reprovar
e aprovar.
Que estou sempre.
E como eu me sinta
aproveitando
os meus.
Levemente.
De repente,
eu ainda saberei
que isso se torne
a volta para casa.
Mesmo sabendo
que isso da pessoa
querer estar se escondendo.
E reprovando
meus melhores climas
em valores.
Eu mesmo sabendo.
Como eu conseguisse.
Eu sugerindo.
Para querer
mais que praticamente favores.
Especialmente,
eu ainda deverei sentir
que isso pode se tornar
a volta de uma decisão.
E acreditar
que isso concordável.
E aproveitando
os que esperam
ainda o café da manhã.
E nisso,
para onde eu apresente
meus meios descritivos.
A bulha.
E isso eu ainda mostre
por todas as metas
de conexões.
Eu concorde
que isso resolveria.
Ou eu ainda deverei sentir
que nada disso
me recorreria.
Eu saber
que isso.
Solidão para outros.
Pode mesmo ser.
Especialmente.
Isso ainda chegue a sentir
que é uma burocracia
de história esperada.
E em qualquer desespero
eu me reconheça.
Saber.
Ainda deverei entreter-me
em uma intensa maneira
de comunicação.
Me ajude.
Mesmo que na burlaria.
Muitos apenas aprendam.
Como fosse natural
querer passar.
Isso é uma causa
de qualquer meta.
Que nem tenha como
não querer passar despercebido.
Recriando eu
meus motivos.
De livrar-me.
E sentir
que isso convenha,
condizendo
que estou sabendo
para onde eu ainda
me reconheça.
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