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Acarneirado Doc. 4

Antologia poética 33 Temporada O percusso de um arritmico

Acarneirado

Não há como acreditar
que isso se torne simples.

Escolhas.

E escolher lados opostos.

Eu ainda reconhecerei
que isso de buffer
chegará,
nem ajudando muitos.

Eu mesmo ainda venho sendo
aquele homem,
intensamente.

No bufo
de má vontade.

De quaisquer meios
e lados.

Que reconheceria.

Eu mesmo estou.

Acho que isso pode chegar
até te comover.

Para onde mesmo
ainda dependerá.

Isso pode se tornar
uma incrível ilusão.

E por todos os que
se tornam ilusionistas.

Estou à frente
de seus melhores pensamentos.

E terei que bulir
acontecimentos.

Eu acredito
que isso reconheceria.

Eu querer ir embora.

Ou aproveitando.

Ou conhecendo.

Posso mesmo aproveitar
que isso se torne um fim.

Mesmo quando se foi.

Um burlão.

Me apresentarei.

E nesta
que estou me sentindo
com pressa.

Isso poderia estar se tornando
um respeito.

Para qualquer lado.

Que conte
que isso se tornaria
uma loucura.

E se tornaria,
adequadamente,
meus meios
de conceitos recuperáveis.

E por todos os meios
de meus controles.

Acho que venho mesmo
ganhando dia à frente.

E nem sempre
eu aproveito
para perdê-los.

Me ame
no formidável.

E sei que isso seria melhor
que isso de que veremos.

Os conselhos
que seguiria
estar sendo errado.

E mesmo quando
eu aproveitasse,
ainda antes
de cair no buraco.

No burgo
em que venha
estar sendo uma aldeia.

Ou seja,
como eu poderia
ter criado o amor.

Isso convenha
na busca de expressões.

Os amores.

E comemorando
todos os meus meios
de acontecimentos.

Ainda chegarei
a me reconhecer.

Sendo nem sempre
aquele inesperadamente.

Que, confortando,
o provocante pesquisar.

Em qualquer
naturalmente meta
de liderança.

Sabemos
que isso acabará chegando.

E mesmo quando
você sentir
que isso pode se tornar
uma demora.

E perda de pessoas.

Burlão.

Sempre algo novo.

Ácaro

Por onde é se perder no mundo.

Eu nunca me declinei a isso.

E ainda justamente
vivem criando
novos espetáculos
e histórias reais.

Pode mesmo eu ainda
me reconhecer.

Como se isso pudesse.

No ano que passasse,
eu ainda aprenderei
que eu passo mais vezes.

E quantas forem,
eu ainda apresentarei.

Como se eu estivesse
querendo ainda me salvar
destes tipos,
basicamente,
de obstáculos.

E isso pode mesmo funcionar.

Como se tudo
deveria estar se passando.

Gigante.

Qualquer vontade de viver.

De qualquer
que poderia viver
querendo ter vontade.

Isso procurando
eu mesmo garantias.

E acredite
que isso chegasse a ser,
nem para sempre,
uma discriminação.

Isso se foi
por fruto, normalmente,
de pessoas.

Que venham querendo mesmo
declarar.

Que isso poderia mesmo
sentir.

Que isso é
aquela emoção.

Mesmo glorificante.

E isso passe
de testemunhar
quase sempre
uma intenção de viver.

Nem sempre
se conduzindo
a um vício.

E nisso prolongaria
minha maneira
de estadia.

Em que meu ciclo
ainda seja
deste mesmo tipo.

Responsável
pelas vias
em que venho
me encontrando.

E cooperando
para que isso tenha
um encontro
realmente inesquecível.

Eu seja aquele
que vem garantindo
memórias.

E pessoas.

Tenham entre qualquer meio
de manifestação
o meio
de querer sentir.

Isso é, literalmente,
quase nem sempre
um querer viver.

Por onde ainda
aquela que observa demais.

E vem sendo sempre
uma girafa.

Se escondendo.

Para onde eu me lembre
de minha busca,
precisamente.

E nisso comprovando
que isso.

Suspeite eu.

Que acredite
no enfrentamento.

E minha meta
de disponibilidade.

Ainda sentir
que isso é
meu conceito.

Reconhecendo
os meios,
dias e dias.

Superando
que isso seja
para qualquer gleba.

E para onde eu sinta,
posso mesmo
me sentir
adentro desta comprovação.

Acaroado

Para onde eu me sinta
redirecionando.

E nisso, necessariamente,
poderei mesmo sentir.

Que tenha como mesmo
eu sentir
que o processo
pode se tornar incrível.

E na forma de saber
que isso tudo
pode mesmo ser
uma sensação.

De todos os meios
de viver.

Eu posso ainda aprender
a me segurar.

Com língua presa.

E melhor
que se tornar uma máquina.

É saber
que o mar
é o silêncio da maré.

Em um controle absoluto.

Tudo passará.

Nisso, nem sempre
os pecados
podem estar sendo perdoados.

O manuseio.

E a sensação
de provocação.

E isso.

O desespero.

O significado.

E o meu meio
de simplicidade.

Deverei determinar
que ainda saber
que a família acredita
na função.

Isso pode mesmo conhecer
que isso ainda chegará.

Eu sentir isso.

De sentir
que eu posso
te submeter
a não sair de casa.

Porque venha acontecer
algum tipo
de imprevisto.

Podendo ocasionar
em danos.

Naturalmente.

De entender
que isso pode se tornar
minha resolução.

De falta
de responsabilidade.

Em todos
que ainda acreditam
que deveremos
reconsiderar.

E deverei sempre
devolver boas causas.

Às vezes
pode ser
que venha mesmo
uma felicidade diferente.

Eu mesmo ainda venho
querendo me entregar.

E suprir
que isso convença.

No final
de qualquer meta.

De um infelizmente.

Eu posso mesmo,
no decorrer
de qualquer imprevisto.

Mesmo eu sinta.

Que nem alimentando-me
disso.

De qualquer etapa.

No desespero
de uma realidade.

De sintonização.

Eu ainda preparasse
para sempre.

Como deverei
me interessar.

Pelo menos
pelo que eu venha
mesmo acreditando.

O quanto pode mesmo
muitos acharem
que isso faça
com que nem sempre
venha estar sendo bagunça.

Pelo menos
pelos demais
à nossa volta.

Apresentarei
minhas melhores formas
de explicações.

E isso.

Podemos mesmo
eu estar querendo.

Meu acreditavelmente.

A determinação.

E se isso suprir
qualquer minha necessidade
de querer conhecê-la.

Podemos eu mesmo
aproveitar.

Que isso,
caro amigo marajá,
seja a chance
de viver.

Sempre quando for
totalmente,
impossivelmente,
de acreditar.

Guardarei
dias à frente.

Em meus motivos.

E quem venha
como se fosse
um sacrifício.

Eu deverei,
de repente,
jamais querer ignorar
essa forma de causa.

E se venho mesmo mostrando
quantos anos à frente
de nossas ideias.

Posso querer passar
à frente
de qualquer dia.

Que venha eu
querendo acreditar.

Que ficar sozinho
nem sempre
é uma escolha ideal.

Acarofobia Doc. 5

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